Arquivo | abril, 2012
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SINAIS DOS TEMPOS (Mateus 24)

26 abr

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PREDESTINAÇÃO

26 abr

PREDESTINAÇÃO É BÍBLICO

26 abr

ESTUDO BÍBLICO TEMA: PREDESTINAÇÃO E ELEIÇÃO PENSAMENTO: A predestinação e a eleição é a escolha da parte de Deus de pessoas que a Bíblia chama de um povo, os “meus eleitos e escolhidos”, para viverem a vida eterna e, aqui na terra, desfrutarem das promessas do Senhor. É a escolha da parte de Deus por sua única vontade. Nós sabemos que a predestinação e a eleição é assunto gerador de polêmicas no meio da tradição da igreja. Mas o nosso ministério se sente com capacidade e autoridade suficiente para continuar pregando e instando sem cessar em todo o tempo e lugar. Nós somos obedientes ao chamamento e escolha que nos foram feitos para pregar as verdades do evangelho. A eleição e a predestinação é o evangelho da absoluta soberania de Deus. É o fundamento básico do cristianismo. A predestinação e a eleição começou antes da fundação do mundo. Não foi por merecimento de alguém, nem por obras, nem por valores ou qualidades próprias, nem pela fé pessoal ou pela excelência de vida que alguém tenha diante de Deus, mas por desejo explícito de Deus, pelo beneplácito de sua vontade e, naturalmente, por sua grande misericórdia. Deus predestina, Deus chama, justifica e glorifica quem Ele assim determinar. Aliás, Ele já fez tudo com quem Ele quis. Desde antes da fundação do mundo foi assim. Esta é, em síntese, a doutrina da predestinação. 1. DEUS ESCOLHEU E PREDESTINOU SEUS FILHOS DESDE ANTES DA FUNDAÇÃO DO MUNDO. a) Ef.1:4 – Deus nos escolheu nEle antes da fundação do mundo. b) 2ª Tm 1:9 – Deus nos salvou e chamou antes dos tempos eternos. c) 2ª Ts 2:13 – Deus nos escolheu desde o princípio para a salvação. d) Rm 9:23 – Os vasos de misericórdia Deus preparou de antemão. e) Jr 1:5 – Antes que Deus nos formasse no ventre de nossa mãe Ele nos conheceu. f) Is 41:4 – Deus chama as gerações desde o princípio. 2. O “SER PREDESTINADO E ESCOLHIDO PARA A SALVAÇÃO” NÃO DEPENDE DO NOSSO LIVRE ARBÍTRIO E SIM DA VONTADE DE DEUS. a) Ef 1:11 – Predestinados e escolhidos segundo a vontade dEle b) Jo 15:16 – Não me escolhestes vós, mas Eu vos escolhi c) Ef 1:5 – Nos predestinou para sermos Seus filhos d) 1ª Pe 1:2 – Eleitos segundo a presciência de Deus e) Rm 10:20 – Fui achado pelos que não me buscavam e me manifestei aos que não procuravam por mim 3. CRERÃO EM JESUS CRISTO SOMENTE OS QUE ESTÃO ORDENADOS (PREDESTINADOS PARA A VIDA ETERNA). a) At 13:48 – Creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna b) Jo 18:37 – Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz c) Rm 8:29 – Porque aos que antes conheci também predestinei d) Rm 8:30 – Aos que predestinei, chamei; aos que chamei também justifiquei; e aos que justifiquei, a esses também glorifiquei 4. SÓ SE SALVARÃO OS QUE TEM OS SEUS NOMES ESCRITOS NO LIVRO DA VIDA. a) Ap 21:27 – Somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro b) Dn 12:1 – Será libertado o teu povo (os predestinados que tem o nome escrito no livro da vida). c) Lc 10:20 – Regozijai-vos porque os vossos nomes estão arrolados nos céus d) Ap 3:5 – Não apagarei seu nome do livro da vida 5. CRISTO FOI DESTINADO DESDE ANTES DA FUNDAÇÃO DO MUNDO PARA SALVAR UNICAMENTE OS SEUS FILHOS (OS PREDESTINADOS). a) 1ª Pe 1:19, 20 – Cristo foi destinado a morrer antes da fundação do mundo b) Ef 5:25 – Cristo amou a Igreja e se entregou a si mesmo por ela (os predestinados) PALAVRA FINAL: Judas 4 – Homens destinados para a perdição, ímpios que fazem da graça de Deus libertinagem. Toda pessoa que nega a Soberania de Deus já é condenada. FONTE: IGREJA EVANGÉLICA CRISTO VIVE RUA PROF. JOSÉ LEITE OITICICA, 250 – BROOKLIN – SÃO PAULO – CEP 04705-080 TEL.: + 11 5561 4405 – FAX: + 11 5094 0989 e-mail: igreja@cristovive.com.br www.cristovive.com.br

QUEM É VOCÊ, Ó HOMEM?

26 abr
Dir-me-ás então: “Por que se queixa ele ainda? Pois quem tem resistido à sua vontade?”. Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: “Por que me fizeste assim?” Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra? (Rm 9.19-21, ESV). Paulo havia demonstrado nos versículos anteriores que se um homem alcança salvação através de Jesus Cristo, isso não depende da vontade ou decisão da pessoa, mas de Deus, que escolhe mostrar misericórdia a ela. Assim, um homem mostra incredulidade ou mesmo se opõe a Deus não porque decide isso por si mesmo, mas porque Deus escolheu endurecê-lo para uma finalidade que ele próprio tem. O apóstolo conclui: “Logo, pois, compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer” (v. 18). Um homem crê em Jesus porque Deus o faz crer em Jesus. Outro homem é endurecido contra o evangelho porque Deus o torna endurecido. O caminho de cada pessoa é determinado antes de seu nascimento, mesmo na eternidade, antes da criação do mundo. As decisões de uma pessoa não determinam seu caminho, mas seu caminho preordenado determina essas decisões. O destino de um homem não é determinado, mas sim revelado por suas escolhas, isto é, por aquilo que Deus faz o homem decidir de acordo com o propósito divino. Esta é uma das doutrinas bíblicas mais simples e explícitas. No entanto, é também a doutrina mais detestada, pois da forma mais clara possível revela Deus como sendo Deus, e até mesmo os cristãos que não gostam muito de Deus. Nesta doutrina ficamos frente a frente com o que significa ser Deus, e somos compelidos a mostrar se, de fato, reconhecemos Deus como o total soberano ou se buscamos manter controle sobre alguns aspectos de nós mesmos e acalentar a ilusão de que de fato é possível agirmos assim. Mesmo entre crentes e teólogos que professam a soberania de Deus da boca para fora, muito poucos recebem essa doutrina da causação divina direta e total de todas as coisas sem tentar criar por si mesmos uma saída para escapar disso. Ou eles podem condenar essa versão genuína de Deus e então resgatar Deus reduzindo-o a algo inferior. Assim, Paulo antecipa a divergência. Ele espera que alguém lhe diga: “Então, por que Deus ainda nos culpa? Pois, quem resiste à sua vontade?” (NVI). Em outras palavras, se é Deus quem endurece uma pessoa para ela não poder buscar a justiça ou crer na verdade, por que Deus ainda condena ou pune o pecador? A objeção não faz sentido a menos que seja assumido que responsabilidade pressupõe liberdade, no sentido de que uma pessoa deveria ser livre para tomar as suas próprias decisões se tivesse de ser responsabilizada por elas. Mas Deus não concorda com essa suposição; na verdade, todos os versículos anteriores repudiam essa ideia. Uma pessoa é condenada e punida por seus pecados porque transgrediu os mandamentos de Deus. A causa de suas transgressões é irrelevante. Se ela transgrediu, é uma transgressora. Paulo passa a responder ao desafio e no processo revela insights adicionais na doutrina. Declara que o oleiro tem o direito de fazer do mesmo barro um vaso para honra e outro para desonra. O apóstolo está fazendo contraste entre dois tipos de pessoas — os eleitos, aqueles que Deus predeterminou para se tornarem cristãos, e os réprobos, aqueles que Deus predeterminou para continuarem não cristãos. Assim, o vaso para honra representa o cristão e o vaso para desonra representa o não cristão. Provavelmente, o vaso para honra seria representado no ambiente doméstico como um testemunho da riqueza e requinte do proprietário. Por outro lado, o vaso para desonra seria provavelmente relacionado a uma lata de lixo ou até mesmo ao banheiro. Assim, Deus entende que os réprobos são as latas de lixo e os banheiros deste mundo. Sabemos do que são cheios os banheiros — de algo que fede a incredulidade, ciência e religião não cristãs. A Bíblia contradiz o ponto de vista quase unânime de teólogos cristãos no fato de que a exposição que ela faz da doutrina não deixa espaço em nenhum sentido para a liberdade e a autodeterminação, ou à noção de que a soberania divina é compatível com essas coisas. Por que importa se o controle do oleiro sobre o barro é compatível com os desejos do barro? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: “Por que me fizeste assim?”. O homem não é representado como dizendo de uma forma ou de outra: “Por que passivamente ordenaste que eu deveria usar meu poder de autodeterminação para eu concorrentemente decidir me tornar o que decretaste para eu ser?”. Não, ele diz: “Por que me fizeste assim?”. Tu. Tu me fizeste. Tu me fizeste assim. Por contato direto e com suas próprias mãos, o oleiro molda o barro no vaso que ele quer que venha a se tornar. Embora isso se aplique tanto ao vaso para honra como ao vaso para desonra, a objeção se refere àqueles a quem Deus “culpa” — a objeção está essencialmente interessada em como o vaso para desonra é fabricado. A resposta de Paulo significa que Deus é ativo em fazer do homem perverso aquilo que ele é. Deus faz isso usando “da mesma massa” da qual faz os vasos para honra e não de algum material com traços desonráveis já presentes. Em outras palavras, as características do réprobo vêm diretamente e totalmente das mãos de Deus e de nenhum outro lugar. Paulo não vê nada de errado nisso. Deus tem o direito de fazer de um homem a sua obra-prima e de outro o seu banheiro. Quem disse que um oleiro mestre não deve fazer um banheiro se ele assim o deseja? E quem é o banheiro para dizer ao oleiro: “Por que me fizeste assim?”. Mas até um banheiro queixoso pode fazer mais do que apenas lamuriar “Tenho livre-arbítrio!” ou mesmo “Eu não sou coagido!”. A verdade da fé cristã é simples e óbvia. Nunca há uma boa objeção contra ela; ela deve ser reverentemente aceita. E porque a verdade é simples e óbvia, toda objeção à fé cristã é sempre estúpida e má. Porque toda objeção à fé cristã é estúpida e má, devemos atacar toda objeção, e para que não se alegue que evitamos o problema, devemos também respondê-lo. Mas, mais do que isso, é característica da Bíblia atacar a pessoa que faz a objeção. Isso ocorre porque sempre que uma pessoa questiona a fé cristã, necessariamente significa que há algo de errado com a pessoa. Paulo não diz: “Ó homem inteligente e maravilhoso, por que faz uma objeção tão ultrajante contra Deus?”. Não, o apóstolo ataca o homem diretamente — “Mas quem é você, ó homem, para questionar a Deus?” É uma pergunta retórica — quer dizer que o homem não é ninguém e deve fechar a boca. Paulo não é estúpido como os nossos pregadores e teólogos. Eles nos dizem que os não cristãos podem ser sinceros e inteligentes, e mesmo assim fazer objeções contra Deus. De onde veio esse absurdo? Talvez eles aprenderam isso dos não cristãos, que estão sempre desesperados para afirmar a sua sinceridade e inteligência. Ou talvez os pregadores e teólogos querem saudar a sua própria rebeldia contra Deus. Mas Jesus disse que a boca fala do que está cheio o coração. O não cristão faz objeções porque é um pecador, um rebelde — ele não apenas age como um, mas é um. Qualquer cristão que faz uma contribuição significativa em pregações ou debates deve criticar e depreciar a pessoa — o próprio não cristão — e não apenas seus argumentos e suas ações. Quem é você, ó não cristão, para desafiar a verdade de Deus, quando a Bíblia declara que você já sabe sobre ele? Como um covarde, como uma criancinha assustada, você reprime esse conhecimento para que não precise lidar com a realidade. Quem é você para rejeitar um veredito de culpado quando a Bíblia mostra que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus? Você retruca: “Quem é você para me julgar?”. Bem, quem é você para dizer que não devo declarar o julgamento de Deus sobre você? Quem é você para recusar o evangelho? Você não é ninguém. Você não é nada. Quem é você, ó legalista, ó religioso hipócrita, para recusar a Jesus Cristo, quando a própria Lei diz a você para abandonar seus próprios esforços e depender de Jesus como seu mediador e defensor? Quem é você para pensar que pode ser seu igual ou superior? Quem é você para dizer que pode alcançar o céu com o que considera boas obras, quando Deus as rejeita como trapos de imundícia? Você não é ninguém. Você não é nada. Quem é você, ó arminiano, para dizer que Deus não decreta e causa todas as coisas unicamente por sua própria vontade e para o seu próprio propósito, e sem considerar a fé e a decisão do homem, pois Deus causa a fé e a decisão do homem por causa de seu decreto eterno? Quem é você para pensar que o homem tem poder de escolher, até mesmo para decidir o seu destino eterno? Quem é você para dizer que Cristo poderia pagar o preço para redimir um homem e, contudo, perder o homem para a ira de Deus? E quem é você para dizer que um homem, uma vez apreendido por Deus, pode livrar a si mesmo das mãos de Cristo? Você não é ninguém. Você não é nada. Quem é você, ó calvinista, para dizer que Deus não pode ser o autor do pecado e aquele que diretamente cria e endurece homens perversos? Quem é você para dizer que Deus meramente ignora os réprobos, quando as Escrituras afirmam que Deus forma eles por suas próprias mãos como um oleiro molda barro para fazer latas de lixo e banheiros? Seu hipócrita! Finge defender a justiça e a santidade de Deus, quando a questão apenas surge porque você julga Deus pelo padrão do homem. Com uma mão você rouba de Deus a sua soberania, e com a outra o indeniza com justiça humana. Quem é você, ó homem, para pensar que pode ir longe com isso? Você não é ninguém. Você não é nada. Quem é você, ó teólogo reformado? Você é muito melhor que o arminiano? Repetidamente, ao firmar um pé na ortodoxia e um pé na blasfêmia, você gera inúmeros paradoxos e contradições e chama isso de grande mistério de Deus! Ó vaidade das vaidades, uma teologia de sistemática futilidade! Fora com todos vocês! Deus exerce controle completo e imediato sobre todas as coisas, incluindo as decisões e destinos de todos os homens. Assim como molda seus escolhidos em suas obras-primas, ele molda os réprobos em recipientes de lixo e fezes. Ao contrário dos nossos pregadores e teólogos, o oponente de Paulo ao menos entende a doutrina: Deus endurece a quem quer (v. 18), para que eles não creiam e sejam salvos. Ele faz isso por seu poder ativo e direto, assim como um oleiro que molda o barro (v. 21). Esses homens são preparados para destruição (v. 22). Eles não podem resistir à vontade de Deus, mas mesmo assim ele os culpa e pune (v. 19). Ele pode fazer isso porque é Deus, e ninguém pode dizer uma palavra contra ele (v. 20).

ESPERANÇA PARA OS HOMOSSEXUAIS

26 abr

Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. (1 Coríntios 6.9–11) Tais fostes alguns de vós. A igreja de Corinto, como as igrejas de hoje, tinha ex-fornicadores, ex-adúlteros, ex-ladrões, e assim por diante. Embora muitos cristãos nunca foram culpados dos pecados particulares listados, todo cristão era impuro antes de ter sido salvo. Todo cristão é um ex-pecador. Cristo veio para o propósito de salvar pecadores (Mt 9.13). Essa é a grande verdade do cristianismo: nenhuma pessoa pecou de maneira tão profunda ou prolongada que não possa ser salva. “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20). Mas alguns tinham deixado de ser assim por um tempo, e estavam voltando ao seu antigo comportamento. Paulo usa mas (alla, a mais forte partícula adversativa grega) três vezes para indicar o contraste da vida cristã com a vida mundana que ele tinha acabado de descrever. Mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificado. Não fazia diferença o que eles eram antes de serem salvos. Deus pode salvar um pecador de qualquer e todo pecado. Mas faz uma grande diferença o que um crente é após a salvação. Ele deve viver uma vida que corresponda à sua limpeza, sua santificação e sua justificação. Sua vida cristã deve ser pura, santa e justa. A nova vida produz e requer um novo tipo de vida. Lavados fala de nova vida, de regeneração. Jesus “nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tito 3.5). Regeneração é a obra de re-criação de Deus. “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5.17). “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus” (Ef 2.10). Quando uma pessoa é lavada por Cristo, ela nasce de novo (João 3.3-8). Santificados fala de novo comportamento. Ser santificado é ser feito santo interiormente e ser capaz, no poder do Espírito, de viver exteriormente uma vida justa. Antes da pessoa ser salva ela não tem nenhuma natureza santa e nenhuma capacidade de viver de maneira santa. Mas em Cristo recebemos uma nova natureza e podemos viver o novo tipo de vida. O domínio total do pecado é destruído e substituído por uma vida de santidade. Mediante a sua pecaminosidade carnal os coríntios estavam interrompendo essa obra divina. Justificados fala de uma nova posição perante Deus. Em Cristo somos vestidos de Sua justiça e Deus vê em nós agora a justiça do Seu Filho, e não o nosso pecado. A justiça de Cristo é creditava em nossa conta (Rm 4.22–25). Somos declarados e, na nova natureza, feitos justos, santos, inocentes e sem culpa, pois Deus é “justo e justificador daquele que tem fé em Jesus” (Rm 3.26). Os crentes de Corinto tinham experimentado uma transformação em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus. O nome de Deus representa a sua vontade, o seu poder e a sua obra. Por causa da submissão voluntária de Cristo à vontade do Pai, sua morte na cruz em nosso favor, e sua ressurreição dentre os mortos, ele fez provisão para a nossa lavagem, santificação e justificação.

Fonte: Sítio Grace to You
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto – janeiro/2012

John MacArthur é um autor e pregador popular. Tem servido como pastor-mestre na Grace Community Church, em Sun Valley (Califórnia), desde 1969. MacArthur faz parte da quinta geração de pastores de sua família. Seu ministério de púlpito tem se estendido ao redor do mundo por meio do programa Grace to You e de seus escritórios-satélites na Austrália, Canadá, Europa, Índia, Nova Zelândia, Singapura e África do Sul.

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Saudação de Natal do primeiro-ministro de Israel aos cristãos

18 abr

Israel é uma terra linda, e Jerusalém, a CIDADE DO GRANDE DEUS

Nota

Como será a grande tribulação?

18 abr

Como será a grande tribulação?

Após o arrebatamento da Igreja terá início um período de grande sofrimento, angústia, dor, desespero e perseguição sem paralelo em toda a história da humanidade. Esse período corresponde à septuagésima semana de Daniel, ou seja, à última das setenta semanas preditas em Daniel 9.24-27. As forças do mal estarão operando em toda a Terra. Por outro lado, é o período em que Deus derramará seus juízos. O Senhor Jesus assim descreveu esses dias vindouros: “Porque haverá, então, grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais” (Mt 24.21). A Grande Tribulação (Ap 7.14) é identificada no Antigo Testamento como: “o dia do SENHOR” (Sf 1.14-18; Zc 14.1-4); “tempo de angústia de Jacó” (Jr 30.7); “a grande angústia” (Dn 12.1); “a ira” (Is 26.20); “o dia da vingança” (Is 63.1-4); “o dia da ira de nosso Deus” (Sl 110.5). No Novo Testamento, como: “grande aflição” (Mt 24.21); “a hora da tribulação” (Ap 3.10); “grande tribulação” (Ap 7.14).

Anticristo

Quem é: Anticristo significa “opositor de Cristo“contra Cristo”. Também chamado de “a besta que subiu do mar” (Ap 13.1); “filho da perdição, homem do pecado” (2 Ts 2.3-4); “a besta escarlate” (Ap 17.3); “a besta” (Ap 17.8,16); “o homem violento” (Is 16.4); “o príncipe que há de vir” (Dn 9.26); “o rei do Norte” (Dn 11.40); “o angustiador” (Is 51/13); “o iníquo” (2 Ts 2.8); “o mentiroso” (1 Jo 2.22); “o enganador” (2 Jo v7); “um rei feroz de cara” (Dn 8.23); “a ponta pequena” (Dn 7.8). O Anticristo será um homem como outro qualquer, nascido de mulher, porém a serviço de Satanás. Predição:”Ninguém de maneira alguma vos engane, pois isto não acontecerá sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição” (2 Ts 2.3,4,8; Dn 8.23; 9.26; 1 Jo 2.18; Ap 13.1-8). Quando e como surgirá: A presença da Igreja na Terra e a conseqüente ação do Espírito Santo têm impedido, nos dias de hoje, a plena manifestação do Anticristo (2 Ts 2.6-7). Todavia, após o arrebatamento da Igreja, e diminuída a influência do Espírito – tudo de conformidade com o plano de Deus -, a raça humana descerá a um nível de depravação jamais visto: desprezo aos valores éticos e morais; violência sem limites; liberdade e perversão sexual; ocultismo; falta de amor. Ademais, o desaparecimento repentino de milhões de crentes, em face do arrebatamento, causará grande perplexidade e temor. Haverá uma desorganização geral em todos os níveis da atividade humana, além de gigantescos desastres e muitas mortes. Exemplos: muitas aeronaves ficarão sem comando porque seus comandantes foram arrebatados em pleno vôo; muitos acidentes aéreos, porque os controladores de vôo desaparecerão; engarrafamentos, batidas e mortes nas estradas e nos grandes centros urbanos, porque muitos veículos ficarão repentinamente desgovernados; milhares de empresas comerciais e industriais, pequenas e grandes lojas ficarão com um número reduzido de empregados; grande desfalque também de servidores nas repartições públicas; os serviços públicos, tais como bombeiros, limpeza e comunicações serão afetados. Por outro lado, inúmeros imóveis residenciais, igrejas e lojas ficarão abandonados; presos fugirão dos presídios e os saques se multiplicarão. Os governantes não terão meios de colocar as coisas em ordem. Ninguém será capaz de explicar a causa do repentino desaparecimento de parentes e amigos. Caos total. Convulsão social. É nesse contexto que surgirá um homem muito inteligente, com respostas inteligentes e prometendo soluções práticas para todos os problemas. Esse homem é o Anticristo. Convém dizer que a iniqüidade vem crescendo assustadoramente em todo o mundo. A imaginação do homem é pródiga em descobrir novas fórmulas de se tornar mais indigno, mais impuro, imoral, cruel e depravado. “E, por isso, Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam na mentira, e para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade” (2 Ts 2.11-12). Mas essa rebeldia ainda não chegou no limite de Deus. Ninguém sabe qual seja esse limite. Sabe-se, todavia, que o fim virá. O castigo virá no tempo de Deus, tal qual ocorreu nos tempos de Noé e de Sodoma e Gomorra.  Suas atividades: A manifestação do Anticristo na Terra durará sete anos, e suas atividades nesse período estão divididas em duas fases como a seguir:

PRIMEIRA FASE

         No início do período de sete anos, o Anticristo, sob a máscara de um político inteligente e poderoso, fará uma aliança com Israel por sete anos – e, por extensão, com as demais nações -, em que prometerá prosperidade, segurança e paz, tendo em vista a situação caótica mundial: “Ele confirmará uma aliança com muitos por uma semana…” (Dn 9.27-a). De fato, o mundo experimentará boa recuperação na metade dos sete anos. Fome, guerras, peste e violência parecem solucionados diante da dinâmica atuação desse “salvador” da pátria, a quem muitos passam a admirar. Certamente ele dirá que os crentes foram seqüestrados por naves espaciais; que esse negócio de salvação através do sangue de Jesus é mentira; que a alma salva-se a si mesma; que todos são iguais a Deus, etc. Aliás, a mesma mentira que hoje é ensinada pelo movimento Nova Era e por tantas seitas diabólicas.

SEGUNDA FASE

         Todavia, havendo transcorrido metade do tempo previsto no acordo, ou seja, passados três anos e meio de aparente paz, prosperidade e segurança, aquele político deixará cair a máscara e mostrará sua face e seus objetivos malignos: romperá a aliança com Israel; assumirá a posição de governante mundial com autoridade sobre todas as nações; anunciará ser ele o próprio Deus; profanará o templo em Jerusalém e ali colocará uma imagem sua para ser adorada; proibirá a adoração ao Deus dos cristãos; perseguirá de forma sistemática e cruel seus opositores; perseguirá por 42 meses os fiéis a Cristo; fará grandes milagres e maravilhas em razão do seu poder satânico, e, com isto, ganhará muitos admiradores. Verifiquemos como a Bíblia relata essa fase:”Ele confirmará uma aliança com muitos por uma semana [sete anos], mas na metade da semana [três anos e meio, 42 meses ou 1.260 dias] fará cessar o sacrifício e a oferta de cereais” (Dn 9.27).   O Anticristo só admitirá culto de louvor e adoração a ele próprio.”E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei…” (Dn 7.25).Por exemplo, não mais haverá liberdade religiosa.”Este rei fará conforme a sua vontade, e se levantará, e se engrandecerá sobre todo deus, e falará coisas espantosas contra o Deus dos deuses, e será próspero, até que a ira se complete, porque aquilo que está determinado será feito. Não terá respeito aos deuses de seus pais, nem terá respeito pelo desejado das mulheres, nem a qualquer deus, porque sobre tudo se engrandecerá. Agirá contra os castelos fortes com o auxílio de um deus estranho, e aos que o reconhecerem multiplicará a honra, e os fará reinar sobre muitos, e repartirá a terra a preço” (Dn 11.36-39). Não medirá esforços para agradar aos que lhe derem apoio, mas perseguirá com crueldade os seus opositores. “Ele se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de culto, de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. A vinda desse iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais e prodígios de mentira” (2 Ts 2.4,9). O Diabo não tem feito outra coisa senão mentir e enganar. As operações cirúrgicas através de médiuns; as práticas esotéricas e de ocultismo em que as pessoas acreditam mais num cristal, numa pedra, numa água, num despacho, do que no Deus Todo-poderoso são uma prova de que o diabo consegue enganar muita gente e levá-las à perdição. “… E deu-se-lhe autoridade para continuar por quarenta e dois meses… também foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los. E deu-se-lhe poder sobre toda tribo, língua e nação. E todos os que habitam sobre a terra a adorarão [a besta], esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13.5,7,8). Um “falso profeta” – denominado a “outra besta” – virá prepará o caminho do Anticristo; fará grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens”, e serão mortos os que não adorarem a imagem da besta” (Ap 13.11-14). Muitos seguirão a besta porque não saberão distinguir o real do verdadeiro. Uma pessoa que faça cair fogo do céu será reconhecida como um deus. Hoje, por muito menos, pessoas são idolatradas. O que lemos acima não chega a ser uma descrição detalhada do caráter e objetivos do Anticristo, a cruel e sanguinária besta. Ele será muito pior. Vejam que Apocalipse 13.5 fala em 42 meses, ou 1.260 dias, ou três anos e meio, exatamente o tempo de Daniel 9.27 (“metade da semana”). Este período de três anos e meio será o mais negro e turbulento de toda a história da raça humana. As mudanças que têm ocorrido no âmbito mundial dão-nos a convicção de que aos poucos as peças do quebra-cabeça encaixam-se. Para a instalação de um forte governo único, mundial, igual ao futuro governo do Anticristo, faz-se necessário:

  • Uma só moeda:

       Já temos a implantação de uma moeda comum na Comunidade Européia, o euro, que substituirá as moedas de onze países. A mesma idéia parece prevalecer para os países integrantes do Mercosul, na América Latina; há, também, uma tendência de dolarização da economia em países em crise. A unificação dos sistemas financeiros – uma só moeda, um controle único – é uma tendência mundial como resultado da criação de mercados comuns.

  • Uma só economia, um só mercado:        
        A globalização já é uma realidade. Comunidade Européia e Mercosul, p. exemplo, são acordos com objetivos comerciais que ampliam e tornam o processo de globalização irreversível. Na data em que escrevemos estas linhas (29.6.99) a União Européia (países da Europa) e o Mercosul (países da América Latina) discutem os passos para implantação do livre comércio entre essas nações. A Europa se fortalece – é hoje o Bloco Econômico mais poderoso do Planeta – e isso tem um objetivo maior: quebrar a supremacia econômica, e bélica, dos Estados Unidos. 
  • Força militar única:

       A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), subscrita em 4.4.1949, é uma aliança militar “projetada para prevenir ou repelir agressões contra qualquer de seus membros”. A OTAN é, portanto, um poderoso exército formado a partir de acordos com as nações mais ricas da terra; possui um só comando e enorme capacidade de destruição. Logo, a idéia de uma força militar única, comandada por um só homem, não é coisa de outro mundo. Uma única moeda, uma só economia e uma força militar única são mudanças que apontam em direção de um único governante, um ditador mundial, carismático, inteligente, capaz de impressionar com seu discurso e de comandar um poderoso exército. Segundo escreveu Antônio Gilberto, uma das conclusões a que chegou o Clube de Roma – fundado em 1968 e integrado por “personalidades de gabarito reconhecidamente mundial, na política, nas ciências e na educação” -, “é a de que a humanidade necessita urgentemente de um governo único e centralizado para resolver seus problemas e suprir suas necessidades”. Este homem que surgirá no cenário mundial será o“feroz de cara”, o Anticristo. O mundo se prepara para recebê-lo.

Autor: Pr Airton Evangelista da Costa