Arquivo | dezembro, 2011

OBJETIVOS DO CLUBE BILDERBERG

21 dez

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Objetivos do Clube Bilderberg – «O Clube Bilderberg anda em busca de uma era do pós-nacionalismo: no momento em que já não haja países, só regiões e valores universais, quer dizer, só uma economia universal, um Governo Universal (designado, não eleito) e uma religião universal. Para assegurar-se desses objetivos, os membros do Clube Bilderberg advogam por um enfoque mais técnico e menos conhecimento por parte do público. Isto reduz as probabilidades de que a população se inteire do plano global dos amos mundiais e organize uma resistência organizada.» Seu objetivo final é o controle de absolutamente tudo no mundo, em todos os sentidos da palavra. Atuam como se fossem Deus na Terra. Entre seus planos figura estabelecer: • Um só governo planetário com um único mercado globalizado, com um só exército e uma única moeda regulada por um Banco Mundial. • Uma Igreja universal que canalizará às pessoas para os desejos da Nova Ordem Mundial. O resto das religiões serão destruídas. • Únicos serviços internacionais que completarão a destruição de qualquer identidade nacional através de sua subversão do interior. Só se permitirá que floresçam os valores universais. • O controle de toda a humanidade através de meios de manipulação mental. Este plano está descrito no livro Technotronic Era (Era tecnotrônica) do autor Zbigniew Brzezinski, membro do Clube. Na Nova Ordem Mundial não haverá classe média, só serventes e governantes. • Uma sociedade pós-industrial de crescimento zero, que acabará com a industrialização e a produção de energia elétrica nuclear (exceto para as indústrias dos ordenadores e serviços). As indústrias canadenses e americanas que ficarem serão exportadas a países pobres como a Bolívia, Peru, Equador, Nicarágua, etc., nos quais existe mão de obra barata. Far-se-á realidade, então, um dos principais objetivos do TLCAN (Tratado de Livre Comércio da América do Norte). • O crescimento zero é necessário para destruir os vestígios de prosperidade e dividir a sociedade em proprietários e escravos. Quando há prosperidade, há progresso, o qual torna muito mais difícil a repressão. • Cabe incluir nisso o despovoamento das grandes cidades, segundo o experimento levado a cabo no Camboja por Pol Pot. Os planos genocidas de Pot foram desenhados nos Estados Unidos por uma das instituições irmãs do Bilderberg, o Clube de Roma. • A morte de quatro bilhões de pessoas, às quais Henry Kissinger e David Rockefeller chamam brincando «estômagos imprestáveis» por meio das guerras, da fome e das enfermidades. Isto acontecerá por volta do ano 2050. «Dos dois bilhões de pessoas restantes, 500 milhões pertencerão às raças chinesa e japonesa, que se salvarão graças a sua característica capacidade para obedecer à autoridade» é o que afirma John Coleman em seu livro Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of 300. O doutor Coleman é um funcionário de inteligência afastado, que descobriu um relatório encarregado pelo Comitê dos 300 ao Cyrus Vanee «sobre como levar a cabo o genocídio». Segundo a investigação do Coleman, o relatório foi intitulado «Global 2000 Report», «aprovado pelo presidente Carter, em nome do governo de Estados Unidos e referendado pelo Edwin Muskie, secretário de estado». Segundo este relatório, «a população dos Estados Unidos ver-se-á reduzida a 100 milhões por volta do ano 2050». • Crises artificiais para manter as pessoas em um perpétuo estado de desequilíbrio físico, mental e emocional. Confundirão e desmoralizarão à população para evitar que decidam seu próprio destino, até o extremo de que a gente «terá muitas possibilidades de escolha, o que dará lugar a uma grande apatia em escala massiva». • Um férreo controle sobre a educação com o propósito de destruí-la. Uma das razões da existência da UE (e da futura União Americana e Asiática) é o controle da educação para «aborregar» às pessoas. Embora nos resulte incrível, estes esforços já estão dando «bons frutos». A juventude de hoje ignora por completo a história, as liberdades individuais e o significado mesmo do conceito de liberdade. Para os globalizadores é muito mais fácil lutar contra uns oponentes sem princípios. • O controle da política externa e interna dos Estados Unidos (coisa já conseguida através do Governo do Bush), Canadá (controlada pela Inglaterra) e • Europa (através da União Européia). • Uma ONU mais poderosa que se converta finalmente em um Governo Mundial. Uma de quão medidas conduzirão a isso é a criação do imposto direto sobre o «cidadão mundial». • A expansão do TLCAN (Tratado de Livre Comércio da América do Norte) por todo o hemisfério ocidental como prelúdio da criação de uma União Americana similar à União Europeia. • Uma Corte Internacional de Justiça com um só sistema legal. E um estado do bem-estar socialista onde se recompensará aos escravos obedientes e se exterminará aos inconformistas.

 

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A REDE DO MAL

21 dez

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Esta rede está dirigida pelo mais secreto dos grupos: o Clube Bilderberg. A razão de que ninguém queira descobrir esta conspiração e opor-se a ela é, nas palavras do jornalista francês Thierry de Segonzac, co-presidente da Federação da Indústria do Cinema, dos Meios Áudio-visuais e Multimídia, muito simples: “Os membros do Clube Bilderberg são muito poderosos e onipresentes para desejar ver-se expostos dessa forma.” Qualquer mudança de regime no mundo; qualquer intervenção sobre o fluxo de capitais; qualquer modificação no estado do bem-estar é plausível, se em um desses encontros seus participantes o incluem em sua agenda. [1] Segundo Denis Healy, ex-ministro da Defesa britânico: “O que passa no mundo não acontece por acidente: há quem se encarregue de que ocorra. A maior parte das questões nacionais ou relativas ao comércio estão estreitamente dirigidas pelos que tem o dinheiro.” Os sócios do Clube Bilderberg decidem quando devem começar as guerras (não em vão, ganham dinheiro com todas elas); quanto devem durar (Nixon e Ford foram defenestrados por acabar a guerra do Vietnã demasiado cedo); quando devem acabar (o Grupo havia planejado o fim das hostilidades para 1978); e quem deve participar. Eles decidem as mudanças fronteiriças posteriores, e também quem deve se beneficiar da reconstrução. Os membros do Bilderberg “possuem” os bancos centrais e, portanto, estão em posição de determinar os tipos de interesse, a disponibilidade do dinheiro, o preço do ouro e que países devem receber quais empréstimos. Simplesmente movimentando dinheiro, os sócios do Bilderberg, ganham bilhões de dólares. Sua única ideologia é a do dólar e sua maior paixão, o poder! Desde 1954, os sócios do Clube Bilderberg representam a elite de todas as nações ocidentais – financeiros, industriais, banqueiros, políticos, líderes de corporações multinacionais, presidentes, primeiros ministros, ministros de Finanças, secretários de estado, representantes do Banco Mundial, da OMC e do FMI; executivos dos meios de comunicação e líderes militares ─, um governo na sombra, que se reúne em segredo, para debater e alcançar um consenso sobre a estratégia global. Todos os presidentes americanos, desde Eisenhower, pertenceram ao Clube. Também, Tony Blair, assim como a maioria dos membros principais dos governos ingleses; Lionel Jospin; Romano Prodi, ex-presidente da Comissão Européia; Mario Monti, comissário europeu da Competência; Pascoal Lamy, comissário de Comércio; Jose Durão Barroso; Alan Greenspan, chefe da Reserva Federal; Hillary Clinton; John Kerry; a assassinada ministra de Assuntos Exteriores da Suécia, Anna Lindh; Melinda e Bill Gates; Henry Kissinger; a dinastia Rothschild; Jean Claude Trichet, o cabeça visível do Banco Central Europeu; James Wolfenson, presidente do Banco Mundial; Javier Solana, secretário geral do Conselho da Comunidade Européia; o financista George Soros, especulador capaz de fazer cair moedas nacionais em seu proveito; e todas as famílias reais da Europa. Junto a eles sentam-se os proprietários dos grandes meios de comunicação. Sim, também pertencem ao Grupo as pessoas que controlam tudo o que lê e vê, os barões dos meios de comunicação: David Rockefeller; Conrad Black, o agora caído em desgraça, ex-proprietário de 440 meios de comunicação de todo o mundo, desde o Jesuralém Post, ao principal jornal do Canadá, The National Post, Edgar Bronfman, Rupert Murdoch e Sumner Redstone, diretor do Viacom, um conglomerado mediático internacional que aglutina virtualmente todos os grandes segmentos da indústria da comunicação. Por essa razão nunca ouviu falar antes do Clube Bilderberg. Para onde olhar – governos, grandes negócios, ou qualquer outra instituição que exerça o poder – verá uma constante: o secretismo. As reuniões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), do G-8, da Organização Mundial do Comércio (OMC), do Fórum Econômico Mundial, dos bancos centrais, dos ministros da União Européia e da Comissão Européia, tem sempre lugar à porta fechada. A única razão que pode existir para isso é que não querem que você, nem eu, saibamos o que trazem entre as mãos. A já clássica desculpa, “não é do interesse geral”, significa realmente que “não lhes interessa” que o grande público se informe devidamente. Mas, além desses encontros supostamente públicos, existe toda uma rede de cúpulas privadas que desconhecemos por completo. Em fevereiro tem lugar o Foro Econômico Mundial de Davos; o G-8 e o Bilderberg, em abril/maio; a conferência anual do Banco Mundial/FMI, em setembro. Detudo isso emerge um curioso consenso internacional que, na aparência, ninguém dirige. Este consenso é a base dos comunicados econômicos do G-8, aplasmação prática dos programas de ajuste da Argentina e tudo o que o presidente americano propõe ao Congresso. Em 2004 se cumpre o 50º aniversário do Grupo, que se constituiu de 29 aos 31 de maio de 1954, em um hotel da localidade holandesa de Oosterbeckl, o Bilderberg, que acabaria dando seu nome à sociedade. O organizador do evento foi o príncipe Bernardo de Holanda. O rascunho das atas de Bilderberg de 1989 diz: “Esse Encontro pioneiro pôs de manifesto a crescente preocupação de muitos insignes cidadãos de ambos os lados do Atlântico, de que Europa Ocidental e EE.UU. não estavam trabalhando coordenadamente em assuntos de importância crítica.Chegou-se a conclusão de que uns debates regulares e confidenciais ajudariam a um maior entendimento das complexas forças que dirigiam o futuro do Ocidente no difícil período do pós-guerra.” Segundo o fundador, o príncipe Bernardo de Holanda, cada participante é “magicamente despojado de seus cargos” ao entrar na reunião para ser “um simples cidadão de seu país durante toda a duração do congresso”. Por outra parte, um dos membros mais importantes do Clube Bilderberg foi Joseph Rettinger, um sacerdote jesuíta e maçon de grau 33. Dele se diz que foi o autêntico fundador e organizador do Clube. Por estranho que pareça, muito poucas agências de inteligência ouviram falar do próprio Clube Bilderberg até faz bem pouco. Lorde Rothschild e Laurance Rockefeller, membros chave de duas das mais poderosas famílias do mundo, escolheram pessoalmente a 100 participantes procedentes da elite mundial com o propósito secreto de mudar a Europa. Em palavras do Giovanni Agnelli, o agora falecido presidente da Fiat: “Nosso objetivo é a integração da Europa; onde os políticos fracassaram, nós, os industriais, vamos ter êxito.” “Não se faz nenhuma política, só se mantém conversações banais e de obviedade – disse o editor do London Observer, Will Hutton, que participou do encontro em 1997 -, mas o consenso ao qual se chega é a cortina de fundo da política que se faz em todo o mundo.” O príncipe Bernardo de Holanda, pai da rainha Beatriz e íntimo do príncipe Felipe de Grã-Bretanha, acrescenta que “quando os representantes das instituições ocidentais abandonam a reunião levam consigo o consenso do grupo. Estes debates limam diferenças e conseguem chegar a posições comuns, por isso tem uma grande influência sobre seus participantes”. O que costuma ocorrer, “quase por acaso”, é que a partir desse consenso os onipotentes interesses comerciais e políticos, através dos meios de comunicação, conseguem que a política dos governos seja a mesma mesmo que seus interesses particulares sejam ostensivamente diferentes. Líderes da OTAN controlados pelo Clube Bilderberg Para entender quem controla o mandato da OTAN, a operação militar maior do mundo, e agora o Exército Mundial, só temos que olhar os estreitos vínculos que existem entre seus secretários gerais e o Clube Bilderberg: Joseph Luns (1971-1984), lorde Carrington (1984-1988), Manfred Worner (1988-1994), Willy Claes (1994-1995), Javier Solana (1995-1999), lorde Robertson (1999- 2004) e Jaap G. do Hoop Scheffer (2004). A OTAN foi criada pelo Instituto Tavistock quando o Governo Mundial na sombra decidiu criar uma super-instituição que controlasse a política européia. Por sua vez, foi o Royal Institute for International Affairs (RIIA), que só responde ante a rainha da Inglaterra, que fundou o Tavistock. O RIIA, controla a política externa britânica e é o braço executor da política externa da monarquia britânica. Como conseqüência, faz-se muito mais fácil aplicar a política do Bilderberg no Golfo, Iraque, Sérvia, Bosnia, Kosovo, Síria, Coréia do Norte, Afeganistão, para mencionar só os casos mais conhecidos. Tanto Donald Rumsfeld como o general Peter Sutherland, da Irlanda, são membros do Clube Bilderberg. Sutherland é excomissário europeu e presidente do Goldman, Sachs e British Petroleum. Rumsfeld e Sutherland ganharam um bom montão de dinheiro em 2000 trabalhando juntos no conselho da companhia energética suíça ABB. Sua aliança secreta se fez pública quando se descobriu que ABB tinha vendido dois reatores nucleares a um membro ativo do «eixo do mal», concretamente a Coréia do Norte. Não é preciso dizer que British Petroleum não faz publicidade do assunto quando anuncia uma de suas iniciativas públicas nas quais «a segurança é a primeira». Todo primeiro-ministro britânico sentiu-se obrigado a assistir aos encontros Bilderberg durante os últimos trinta anos. Como anedota para contar aos amigos, pode-se dizer que o Clube foi uma criação do MI6 sob a direção do RIIA. Concretamente, foi idéia de Alastair Buchan (filho do lorde Tweedsmuir, membro do RIIA e da Mesa Redonda) e do Duncan Sandys (um importante político, genro do Winston Churchill, quem por sua vez era amigo do Rettinger, um jesuíta e maçon de grau 33). O MI6 necessitava um membro da realeza, que desse apoio público ao Clube e pensou em Bernardo de Holanda, conhecido por seus numerosos vínculos com a realeza européia e os mais importantes industriais. A conferência Bilderberg de 1957 foi o início da carreira do líder do Partido Trabalhista, Dennis Healey. Pouco depois do encontro, Healey foi «estranhamente» renomado ministro da Fazenda. Tony Blair acudiu à reunião de 23 aos 25 de abril de 1993, em Vouliagmeni, na Grécia, quando era ministro do Interior na sombra.