Arquivo | novembro, 2011

SOBRE O NÚMERO 11

11 nov

Os ocultistas e os que pertencem às sociedades secretas (Clube Bilderberg, Illuminatti e outras) dão muito valor ao poder existente na combinação dos números. O número onze é número venerado por eles, uma vez que no Governo Mundial, significa o décimo-primeiro chifre de que fala o Livro das Revelações (Apocalipse). Ataques Terroristas Maciços Contra as Cidades Norte-Americanas! Seria o Início dos Terrores Planejados Para Acompanhar a Terceira Guerra Mundial? — Segunda versão, grandemente ampliada. A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma Agora você está com a “THE CUTTING EDGE” Resumo da Notícia: “Ataque do Terror Destrói o Trade Center”, Excite News, 11/9/2001, http://news.excite.com/news/ap/010911/15/attacks-narrative. “New York (AP) — Em um dos mais audaciosos ataques de todos os tempos contra os EUA, terroristas seqüestraram dois aviões de passageiros e os arremessaram contra o World Trade Center em uma série coordenada de ataques que fez desabar as Torres Gêmeas de 110 andares. Outro avião seqüestrado também foi arremessado contra o edifício do Pentágono, atacando um órgão fundamental do governo. Milhares de pessoas podem ter sido mortas ou feridas, disse um oficial de alta patente da polícia, falando na condição de anonimato. As autoridades estavam tentando evacuar aqueles que trabalhavam nas Torres Gêmeas, mas acredita-se que muitos ficaram presos. Aproximadamente cinqüenta mil pessoas trabalham no Trade Center, e dezenas milhares de outras pessoas entram no prédio como visitantes diariamente.” Em uma ação coordenada, os terroristas conseguiram lançar um ataque devastador contra os EUA, assassinando talvez dezenas de milhares de pessoas. Quando assisti ao desabamento das duas torres, só pude pensar na imensa perda de vidas humanas. Com o desabamento dos edifícios, tudo o que havia nos escritórios foi perdido e alguns corpos foram vistos caindo no ar. Embora ainda não se saiba quantas pessoas conseguiram evacuar os edifícios nos noventa minutos após o primeiro impacto, só podemos assumir que a maioria das pessoas ainda estava presa no interior quando os edifícios desabaram. Logo após o ataque, a Frente Popular Para a Libertação da Palestina emitiu uma declaração em que reivindicou a responsabilidade pelo ataque. Yasser Arafat e Osama Bin Laden rapidamente negaram o envolvimento, mas muitos palestinos tomaram as ruas para comemorar. Vamos examinar essa parte da história. Resumo da Notícia: “Palestinos no Líbano Dão Tiros no Ar Para Celebrar os Ataques Contra os EUA”, Yahoo News, 11/9/2001,http://sg.news.yahoo.com/010911/1/1fkyw.html “Refugiados palestinos deram tiros no ar com alegria nesta terça-feira ao saber das notícias dos ataques terroristas contra os EUA, testemunharam os correspondentes estrangeiros. Os guerrilheiros de diversas facções dispararam fuzis e lançadores de granadas ao ar no campo de refugiados de Ain al-Helweh nos subúrbios da cidade de Sidon, informou um correspondente. Os residentes no campo de refugiados, alguns vestindo pijamas, interromperam a sesta da tarde para ir às ruas e disparar seus fuzis no ar. No campo de refugiados de Shatila, em Beirute, os combatentes palestinos também saíram às ruas assim que ouviram a notícia na televisão, para comemorar disparando no ar, informou um correspondente da AFP.” Já observamos que se o povo americano estivesse sofrendo os mesmos atentados suicidas que Israel, não toleraríamos isso; exigiríamos retaliação. Se pessoas comuns fossem despedaçadas como aconteceu na pizzaria Sbarro, em Jerusalém, o cidadão americano mediano estaria exigindo que a cabeça de alguém rolasse. Estamos prestes a ver quão precisa essa predição se tornará. Entretanto, lembre-se que, se essa ação foi tomada de acordo com o plano dos Illuminati de causar pânico no mundo ocidental para que as pessoas aceitem o aparecimento do Anticristo, então muitas outras crises ocorrerão em breve, e deixarão a população tão atordoada que, assim que acabarmos de absorver uma crise, ouviremos falar de outra, de outra, e depois de outra. Um objetivo dessa tragédia também pode ser unir as nações do mundo em um governo, um exército e uma força policial globalizados. No entanto, se essa tragédia for o primeiro tiro na planejada Terceira Guerra Mundial, logo veremos outros eventos ocorrerem aqui e em todo o mundo. O povo norte-americano entrará em um pânico tão grande que celebrará quando o presidente anunciar um estado de Emergência Nacional e que, para lidar com a situação emergencial, precisará suspender as liberdades individuais, dissolver o governo constitucional e assumir os poderes de um ditador. O Anticristo estará aguardando sua vez de entrar em cena. Este é o plano, e podemos estar testemunhando o início de sua implementação. Pensávamos que o ataque às cidades norte-americanas ocorreria mais tarde, após as guerras planejadas, o colapso econômico e os desastres naturais. No entanto, aparentemente, a seqüência dessa parte do cenário estava incorreta. O Poder Oculto dos Números Já podemos ver que esse desastre contém uma grande assinatura ocultista. Quando você compreender como essa tragédia está repleta de onzes, compreenderá que os Illuminati colocaram suas impressões digitais em todo esse evento. Por que fazem isso? Querem esconder a verdade das massas, e ao mesmo tempo comunicá-la à elite de ocultistas em todo o mundo. Para compreender esse fato, você precisa entender que os ocultistas cumprem literalmente a definição de pagão dada pelo apóstolo Paulo em Romanos 1:25: “Porque mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.”. Assim, muitos dos ídolos das sociedades pagãs antigas tinham a forma de peixes, aves, animais, o sol, a lua e as estrelas. Entretanto, os ocultistas também adoram a ciência e a matemática subjacente à ciência. Eles literalmente acreditam que os números possuem poder inerente, um poder próprio. Veja a explicação de um dos maiores satanistas da história, W. Wynn Wescott, que foi extremamente influente na parte final do século XIX: “Os seguidores de Pitágoras… referenciavam cada objeto, planeta, homem, idéia e essência a algum número, de um modo que para a maioria dos modernos pode parecer curiosa e mística ao extremo. ‘Os numerais de Pitágoras’, diz Porfírio, que viveu por volta de 300 AC, ‘eram símbolos hieróglifos, por meio dos quais ele explicava todas as idéias concernentes à natureza das coisas’, e o mesmo método numérico de explicar os segredos da natureza está novamente sendo suportado na nova revelação da ‘Doutrina Secreta’, de Helena Blavatsky. ‘Os números são uma chave para as antigas visões da cosmogonia — em seu sentido mais amplo, espiritual e fisicamente considerada, à evolução da presente raça humana; todos os sistemas de misticismo religioso estão baseados nos numerais. O sagrado dos números inicia com a Grande Primeira Causa, o Único, e termina somente com o zero — símbolo do universo infinito e sem limites’.” [The Occult Power of Numbers, W. Wynn Wescott, pág. 15]. Para reiterar: “… ‘Os números são uma chave para as antigas visões da cosmogonia — em seu sentido mais amplo, espiritual e fisicamente considerada, à evolução da presente raça humana; todos os sistemas de misticismo religioso estão baseados nos numerais. O sagrado dos números…” O satanista sempre atribui grande poder aos números, especialmente o satanista praticante de Magia Negra. Como mencionamos em outros artigos, Daniel 8:23-25 nos diz que a religião praticada pelo Anticristo será a Magia Negra; além disso, Apocalipse 17:17 nos diz que os dez reis finais terão a mesma mentalidade e a mesma religião que o Anticristo. Assim, não estamos surpresos que os dois presidentes George Bush [o pai e o filho] sejam praticantes de Magia Negra na sociedade secreta Skull and Bones [Caveira e Ossos], e que o ex-presidente Clinton seja um satanista praticante de Magia Negra. Os satanistas acreditam que um evento planejado com todo o cuidado precisa ser executado de acordo com os números corretos, ou pode não ser bem sucedido. Eles fazem todos os esforços possíveis para que um evento ocorra de acordo com os números corretos. Quando os Illuminati terminaram a Primeira Guerra Mundial, completaram com sucesso a primeira guerra no plano ocultista de Albert Pike para produzir o Anticristo [leia os detalhes no artigo N1015, “O Plano Demoníaco de Albert Pike Para a Implementação da Nova Ordem Mundial”]. Assim, planejaram o encerramento da guerra para o dia 11 de novembro, às 11 horas da manhã. A assinatura do armistício foi, portanto, marcada por três números 11! Quando os Illuminati assassinaram o presidente John Kennedy, também utilizaram a assinatura ocultista do número 11. Kennedy foi morto no dia 22 do mês de novembro (11), na cidade de Dallas, que está situada no paralelo 33. O assassinato ocorreu quando o carro do presidente passava pela Praça Dealey, onde há um monumento da Maçonaria, a sociedade secreta mais poderosa no mundo atualmente, para quem o número 11 é extremamente importante. O número 11 foi a assinatura ocultista poderosa subjacente a todo o evento. Quando ele foi executado, os ocultistas de todo o mundo sabiam exatamente o que tinha acontecido e quem tinha realizado a ação. Estamos enfatizando o número 11 por que a tragédia das Torres Gêmeas tem o número 11 subjacente a ela. Por que o número 11 é importante para o ocultista? Como explica Wescott, “… assim, o 11 é a essência de tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito.” [Ibidem, pág. 100]. Embora o 11 seja muito importante, seus múltiplos, como 22, 33, 44, 66, 77 e 99 também são importantes. Com essas informações de pano de fundo, vamos examinar os diversos 11 que existem na terrível tragédia dos atentados em Nova York e no Pentágono: O primeiro 11 é formado pelo dia em que a tragédia ocorreu, 11 de setembro de 2001. O segundo 11 é formado somando-se o número do mês (9) com os dois algarismos do dia (1 +1), o que resulta em 11. O terceiro 11 é formado pelo número do vôo do primeiro avião de passageiros que foi arremessado contra o World Trade Center. Era o vôo 11 da American Airlines. O quarto 11 é formado pelo número do vôo do avião que foi arremessado contra o Pentágono. Era o vôo 77 [11 x 7] da United Airlines. A arquitetura das Torres Gêmeas do World Trade Center — Os satanistas gostam de expressar sua crença e seus objetivos na arquitetura. Assim, muitos edifícios na capital Washington foram originalmente criados com símbolos ocultistas neles e dentro deles. Esse fato é a razão pela qual o layout das ruas foi criado de modo a formar símbolos satânicos. As ruas ao norte da Casa Branca formam um pentáculo invertido, a Cabeça do Bode de Mendes, as ruas que ligam a Casa Branca ao Capitólio formam um lado de um compasso maçônico, e as outras ruas formam a régua e o esquadro [veja os detalhes lendo o artigo N1040, “Símbolos Maçônicos de Poder no Trono do Poder — A Capital Washington”]. Essa é a razão pela qual o Centro Governamental forma uma Árvore Satânica da Vida Sefirot [veja os detalhes lendo o artigo N1399, “O Centro Governamental em Washington Foi Projetado Como Uma Árvore da Vida Sefirot, da Cabala”] e o formato do edifício do Pentágono é o símbolo da morte, o Pentagrama. Os satanistas realmente acreditam no poder de criar símbolos no solo. Assim, achamos muito interessante que as Torres Gêmeas do World Trade Center formavam um 11. Se esse desastre foi planejado para ser o primeiro ataque na vindoura Terceira Guerra Mundial para produzir o Anticristo [leia o artigo N1015, “O Plano Demoníaco de Albert Pike Para a Implementação da Nova Ordem Mundial”], então o símbolo mais apropriado no mundo a atingir era o símbolo de um 11, que “é a essência de tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito”. Veja, a Nova Ordem Mundial é o sistema perfeito, e a Velha Ordem existente é o sistema imperfeito, pecaminoso e prejudicial. Os autores ocultistas afirmam que o velho sistema precisa morrer [veja N1106, “A Nova Era Odeia e Quer Destruir a Civilização Industrial”], exatamente como a Ave Fênix morre, queima nas cinzas, para que outra Fênix renasça a partir das cinzas. Assim, a Velha Ordem dos “cobiçosos” e “perdulários” Capitalismo e da Propriedade Privada, precisa morrer queimada. Entretanto, a partir dessa morte, surgirá a maravilhosa Nova Ordem Mundial. Em muitos artigos anteriores, enfatizamos que os EUA foram criados como a Nova Atlântida que levaria o mundo ao reino glorioso do Cristo [o Anticristo]. Abordamos detalhamente esses aspectos no Seminário 2 [disponível em fitas cassetes no site da The Cutting Edge]. Informamos o fato histórico que o símbolo nacional original planejado pela nossa liderança maçônica no final do século XVIII não foi a águia americana, mas a ave Fênix. Esse fato histórico sugere fortemente que, no momento certo na história, quando o mundo estiver entrando pelos portais da Nova Ordem Mundial, o reinado do Anticristo, os EUA serão subitamente imolados nas chamas, e queimarão até virar cinzas; dessas cinzas, surgirá a Nova Ordem Mundial. Há uma década que vimos insistindo que os EUA são a Babilônia econômica descrita em Apocalipse 18 [leia o artigo N1038, “Os EUA Podem Ser a Babilônia Econômica de Apocalipse 18”]. Essa Babilônia Econômica será destruída pelo julgamento de Deus em uma terrível destruição, que ocorrerá em uma única hora do dia. Acreditamos que esse seja o destino reservado para os EUA, pois os Illuminati planejam se desfazer do maior consumidor de bens e produtos manufaturados do mundo. Os autores ocultistas lamentam esse fato, dizendo que, como os EUA recusam-se a deixar de ser uma civilização de Alta Entropia [leia o artigo “‘A Destruição da Civilização de Alta Entropia e da Economia Não-Sustentável”, na área restrita aos assinantes], a Mãe Gaia [a deusa da Terra] iniciará uma “ação de limpeza” contra o país. Para a mentalidade dos Illuminati, não há alvo melhor a bater nessa luta para derrubar o Capitalismo e iniciar a Nova Ordem Mundial do que as Torres Gêmeas e o Pentágono. As Torres Gêmeas — que formavam um poderoso 11 no solo — representavam a essência do Capitalismo moderno. O Pentágono representa o poderio militar dos EUA, as forças armadas mais temidas e odiadas do mundo. Assim, essa tragédia tem cinco conjuntos de 11 associados com ela. Essa assinatura ocultista dos Illuminati nos diz exatamente quem está por trás desse terrível evento. Se Osama Bin Laden foi o homem usado para puxar o gatilho, ele apenas está executando os desejos dos Illuminati. Se os serviços de Inteligência americano, britânico e israelense realmente quisessem tirar esse homem do caminho, colocariam as mãos nele, por mais rico, poderoso e bem protegido ele possa ser ou estar. Osama Bin Laden só está vivo por que os Illuminati o querem vivo. Para aonde iremos daqui? Os eventos precisam ser acompanhados com atenção. Acreditamos que essa tragédia possa ser simplesmente o início da planejada Terceira Guerra Mundial. Os eventos relacionados a seguir são os que estão planejados para ocorrer, mas não podemos ter certeza da ordem ou do tempo: Guerra regional no Oriente Médio, iniciando com Israel e os palestinos. Quando os palestinos estiverem perdendo sua batalha, Arafat explodirá o Domo da Rocha, e acusará os judeus, despertando assim o ódio de uma população de mais de um bilhão de maometanos contra Jerusalém. [Leia o artigo N1409, “O Governo Pró-Ocidente da Turquia Deverá Cair”.]. Decretação de um Embargo Árabe do Petróleo, levando as economias do mundo ocidental a um colapso. Terrorismo árabe contra as cidades norte-americanas, possivelmente usando armas não-convencionais, como nucleares, químicas e biológicas. O autor cristão de Nova Era Bill Cooper diz que o plano prevê que a cidade de Nova York será destruída por um artefato nuclear. Meu conselho a todos os leitores que vivem em Nova York ou que têm parentes ou amigos lá, é que deixem a cidade agora, pois esse atentado de hoje pode não ter sido o último nem o pior. [Behold a Pale Horse (veja a resenha), pág. 177]. As forças militares russas e norte-americanas entrarão no conflito no Oriente Médio, com a Rússia apoiando os árabes e os EUA apoiando os israelenses. A Coréia do Norte invadirá a Coréia do Sul, possivelmente usando armamentos não-convencionais. Os EUA enviarão suas forças militares para o conflito. A China oferecerá seu apoio à Coréia do Norte, e ameaçará as cidades norte-americanas com ataque nuclear se os EUA apoiarem a Coréia do Sul. [Leia o artigo N1426, “A Coréia do Norte Está se Preparando Para a Guerra, Embora Negocie a Paz”.]. A China invadirá Taiwan. [Conheça os detalhes lendo os artigos N1449, “Teria a Nova Tecnologia dos Mísseis Russos Tornado Obsoleta a Marinha Norte-Americana?” e N1319, “Três Crises Planejadas Para Anteceder o Aparecimento do Anticristo”]. Desastres naturais: Um autor de Nova Era diz que Los Angeles será atingida por um grande terremoto, de 9.0 graus na escala Richter. Lembre-se, os militares norte-americanos e russos têm a capacidade de provocar terremotos. Também aconselho todas as pessoas que vivam entre San Francisco e Los Angeles a fazer planos de deixar a região. O Monte Ranier, em Seattle, estado de Washington, está inchando na lateral sudeste da montanha, similar ao inchaço que ocorreu no Monte Santa Helena antes de aquele vulcão explodir. Entretanto, o Monte Ranier tem à sua volta a população de Seattle e de Tacoma. As economias ocidentais e as Bolsas de Valores entrarão em colapso. Esse cenário ocorrerá relativamente em breve em toda essa seqüência planejada de eventos. O presidente norte-americano declarará uma Emergência Nacional. Essa declaração invocará automaticamente todos os temidos poderes das Diretivas Presidenciais — as Ordens Executivas — sobre as quais advertimos há anos. Com esses poderes, o presidente pode se tornar um virtual ditador, tomando o controle de todos os transportes, das comunicações, do abastecimento, e declarar a Lei Marcial. Os povos ocidentais, e o povo norte-americano, em particular, entrarão em um pânico tão grande que aceitarão qualquer plano do nosso presidente que aparentemente nos livre dessa terrível seqüência de crises. As pessoas saltarão de alegria ao perder suas liberdades, a forma constitucional de governo, e as armas que têm em suas residências, se acreditarem que tal perda restaurará a calma e a prosperidade. Logicamente, o governo dirá que restaurará as liberdades individuais assim que a calma e a segurança forem restabelecidas, e as pessoas ingenuamente acreditarão. Nossa prisão ou a perda das nossas liberdades e garantias individuais será menos dolorosa por que temos um presidente “cristão” e compassivo? Será menos doloroso entregar nossas armas às forças de um Procurador Geral que também diz ser “cristão”? Observe os eventos que ocorrerão nos próximos dias e semanas. Se esse foi o primeiro ataque da planejada Terceira Guerra Mundial que produzirá o Anticristo, então veremos os outros eventos ocorrerem gradualmente. Quando as pessoas estiverem tentando lidar com uma crise, outra virá sobre elas, depois outra, e outra, e outra, até que as palavras de Jesus Cristo sejam cumpridas: “Homens desmaiando de terror na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo…” [Lucas 21:26]. O plano dos Illuminati prevê que a Terceira Guerra Mundial durará exatamente treze semanas, ou 91 dias. Será se já começamos a testemunhar o início desse período de treze semanas? Somente o tempo dirá, e o Arrebatamento da Igreja pode ocorrer durante esse período. Verdadeiramente, o fim dos tempos está sobre nós.

OS ILUMINADOS DA BAVIERA

11 nov

No que diz respeito às recentes e seguidas crises globais que têm – constantemente – se abatido sobre o mundo; não apenas acreditamos, mas temos provas incontestáveis e argumentos inamovíveis para afirmar que é uma crise “fabricada” por uma sociedade secreta que se infiltrou em todos os setores da sociedade humana: mídia, educação, religiões, bancos, empresas, poderes de Estado etc. Segundo dados publicados na obra Illuminati, de Paul Koch[1], a origem dessa sociedade secreta remonta à madrugada do dia 30 de abril a 1.º de maio de 1776, onde nos bosques da Baviera, no sul da Alemanha Adam Weishaupt, um sacerdote jesuíta, e um grupo de homens decididos se reuniram para juramentar entre si a consecução de seus objetivos. Os Illuminati foram criados por um conselho de cinco homens cada um representando as cinco pontas de um pentagrama. Em um primeiro momento, mais especificamente em julho de 1782, após se infiltrar no seio da maioria das lojas maçônicas da Europa, Weishaupt tentou, sem sucesso, dar o golpe definitivo, com a finalidade de unificar e submeter sob sua exclusiva autoridade todos os ramos europeus da organização. O fracasso desse plano provocou a elaboração de um documento por parte de um membro dissidente dos Illuminati chamado Joseph Utzschneider e endereçado à grã-duquesa Maria Anna da Baviera, em que advertia que “se dá o nome de Iluminados a estes homens culpados que, em nossos dias, ousaram conceber e inclusive organizar, mediante a associação mais criminosa, o horroroso projeto de extinguir da Europa o cristianismo e a monarquia.” Em razão disso em junho de 1784, o príncipe eleitor da Baviera, duque Karl Theodor Dalberg aprovou um édito que proibia a constituição de fraternidade, circulo secreto e associação sem prévia autorização em conformidade com as leis vigentes no Reino. Por conta de tais medidas todas as lojas maçônicas foram fechadas, tendo em vista que os Illuminati eram com elas identificados. Weishaupt, que era professor em Ingolstadt, foi destituído de sua cátedra e devidamente, sendo que os demais dirigentes da ímpia sociedade se refugiaram nas demais lojas maçônicas da Europa e Estados Unidos. O golpe final viria quando na noite do dia 10 de julho de 1785 um enviado de Weishaupt, o abade Lenz, foi atingido por um raio e seu cadáver encontrado com documentos que revelavam todos os planos secretos da conquista mundial. Com isso, a organização foi, em definitivo, considerada maldita pelos poderes reais da Europa. Entretanto, ao invés de atrapalhar os planos da ordem, a perseguição e seu aparente desmantelamento, apenas ajudaram na sua posterior disseminação de maneira discreta mediante constante atuação nos bastidores da história. Muitos são os documentos existentes a respeito dessa sociedade e milhares de informação a respeito pode ser encontrada na Internet. A pesquisa que levamos a efeito para a realização deste trabalho mostrou que a grande conexão “o pulo do gato” para os Iluminados da Baviera ocorreu quando o interesse de um banqueiro de ascendência judaica – Meyer Amschel, nascido em 1743 e mais conhecido como Rothschild, cujo objetivo maior era obter poder, coincidiu com os dos Illuminati de Weishaupt, isto é, o domínio mediante atuação constante, mas imperceptível nos fatos determinantes da história. Fatos estes determinados pelo seu dinheiro e pela influência quase imperceptível de uma sociedade secreta. É possível provar que essa primeira relação Rothschild/Illuminati foi tão eficaz e em um crescendo tal que dois grandes expoentes da maçonaria, Giuseppe Mazzini e Albert S. Pike já entre 1870 e 1871 se correspondiam a respeito dos planos dos Illuminati. Parte dessa impressionante correspondência se encontra hoje no Museu Britânico. Em uma das cartas, datada de 15 de agosto de 1871, Pike comunica a Mazzini o plano a ser seguido pelos Iluminados para a conquista do mundo. Preste bem atenção, pois tal plano se encaixa perfeitamente na profecia bíblica e também se ajusta de modo bastante fiel à evolução histórica que conhecemos. Colocando em prática os ensinamentos do filósofo Hegel que resumia sua filosofia a uma lógica por ele criada e chamada dialética, que reúne os opostos em uma nova síntese que os acolhe e os supera, Pike afirma que caberia aos Iluminados fomentarem três guerras que implicariam o mundo inteiro. A primeira com o objetivo de destruir o poder dos czares na Rússia, transformando-a na fortaleza do comunismo ateu como antítese da sociedade ocidental. Os agentes dos Illuminati provocarão divergências entre o império britânico e alemão. Um mundo esgotado depois do conflito não vai interferir na criação da “nova Rússia, que, uma vez consolidada, será utilizada para destruir outros governos e debilitar as religiões. Segundo Hegel, a existência de um tipo concreto de governo ou sociedade, chamada tese, acabaria por força provocando o aparecimento do oposto; ou seja, uma sociedade contrária chamada antítese. Tese e antítese começariam a luta entre si enquanto tivessem o menor contato, pois uma ameaçava a existência da outra, sendo que a batalha evoluiria para a criação de um novo modelo de sociedade pela mistura das duas, um sistema híbrido chamado síntese que acabaria por absorver tudo, por universalizar a sociedade. Esta filosofia se aplica a tudo o que “se move” isto é, a todos os sistemas e as instituições que os expressam como o sistema econômico/financeiro, o sistema religioso, o sistema educacional etc. unificando-os em sua totalidade. O site http://www.grandorient.org que parece ser a Sociedade Illuminati no mundo virtual em sua página principal expõe os seguintes dizeres: FIAT JUSTITIA, RUAT COELUM Faça-se a justiça, mesmo que desabem os céus A Ordem Illuminati é uma associação animada por dois princípios: igualdade e justiça. Toda nossa manifestação é baseada nestas duas premissas que são geradoras de luz para a humanidade. A Ordem se propõe a levar o mundo a uma Nova Ordem e para isso conta com as forças motrizes da sociedade como um todo, independente de ideologias e religiões. Nossa união é baseada nos mais puros princípios morais, sem esquecer os ensinamentos dos grandes mestres de todos os tempos. Todo iluminado é formado de modo a oferecer o máximo de si, para todos. Sua única vinculação é com a verdade inscrita no templo chamado Natureza. Segundo esse site existem Treze Pontos para o estabelecimento da Nova Ordem  1. Moeda mundial; 2. Linguagem universal;  3. Segurança total (monitoramento e vigilância); 4. Assistência Social Completa e Contínua (renda mínima, pleno emprego, ensino gratuito, saúde pública); 5. Desconcentração da renda e poder do Estado (impostos mínimos, colaboradores mínimos, enxugamento); 6. Igualdade absoluta dos seres: posição social, étnica, econômica, dos costumes, inexistência da autoridade; 7. Justiça Internacional: repressão total a contravenção, ao crime, a tirania e a corrupção; 8. Saneamento e Saúde em nível mundial 9. Planejamento familiar; 10. Fim da fome e da miséria; 11. Liberdade irrestrita de opinião e manifestação; 12. Moralização do ser: fim da mendicância, da prostituição, do trabalho infantil e demais fatores; 13. Criação da Polícia e do Exército da Nova Ordem. Pike afirma ainda que o segundo conflito será desencadeado aproveitando as diferenças entre os fascistas e os sionistas políticos. A organização apoiará os regimes europeus para derivarem para ditaduras férreas e para se oporem à democracias provocando uma nova convulsão mundial, sendo que o fruto mais significativo desse conflito será o “estabelecimento de um Estado soberano de Israel na Palestina”. A terceira e definitiva guerra se desencadeará entre sionistas políticos e dirigentes muçulmanos de tal forma que o Islã e o sionismo político se destruam mutuamente, obrigando outras nações a entrar na luta, até o ponto de esgotamento físico, mental, espiritual e econômico. Ao final dessa derradeira Guerra Mundial Pike – em sua correspondência – prognosticava que os Illuminati desencadeariam “o maior cataclismo social jamais visto no mundo”, lançando uma onda revolucionária que, comparativamente, reduziria a época de Terror na França a uma ingênua brincadeira de criança. Ele afirma: “Os cidadãos serão obrigados a se defender contra uma minoria de niilistas ateus”, que organizarão “as maiores bestialidades e os tumultos mais sangrentos”. As massas decepcionadas diante da ausência de reação de autoridades políticas e religiosas seriam levadas a um nível de desespero que “destruirão ao mesmo tempo o cristianismo e os ateísmos” e “vagarão sem direção em busca de um ideal”. Só então, segundo Pike, seria revelada “a luz verdadeira com a manifestação universal da doutrina de Lúcifer; que finalmente virá à tona”. Como resultado dessa Terceira Guerra Mundial os Illuminati apresentarão ao mundo um novo líder capaz de devolver a paz e a normalidade ao planeta identificando-se como a nova encarnação de Jesus Cristo para os cristãos, mas ao mesmo tempo como o messias esperado pelos judeus e o mahdi aguardado pelos muçulmanos, como fruto duma ansiada síntese. É corrente que Albert Pike recebeu uma visão oriunda de espíritos demoníacos e publicado em 22 de janeiro de 1870. Pike e um de seus co-conspiradores internacionais, Guiseppe Mazzini, ao qual se atribui a fundação da famosa Máfia Italiana, publicaram o Plano que estabeleceria a Nova Ordem Mundial. Esse Plano foi mantido em grande segredo, revelado somente dentro dos círculos da Maçonaria, desde os tempos de sua concepção, e só foi revelado aos outros conspiradores Iluministas ocultistas (Essas informações foram retiradas de um livro escrito por Doc Marquis, um ex-Iluminista luciferiano. O nome do livro é Secrets of the Illuminati e revela muitos detalhes ocultos que antigamente só eram de conhecimento dos Iluministas). O plano secreto de Pike para controlar o mundo previa a necessidade de três guerras mundiais. Pare aqui por um momento para lembrar a data dessa concepção: 22 de janeiro de 1870. Essa data foi 44 anos antes do início da Primeira Guerra Mundial. Uma vez que você compreenda os fatos que vamos compartilhar e perceba a duração do tempo desde essa predição e o início do seu cumprimento, poderá compreender como forças sobrenaturais estavam realmente no comando. Além disso, 22 de janeiro de 1870 também tem significado ocultista. O número 22 é um dos três números primários ocultistas (11, 22 e 33). De fato, o site espada.eti.br esclarece que “o Plano de Pike de derrubar a Antiga Ordem Mundial judaico-cristã e estabelecer a Nova Ordem Mundial satânica previa a necessidade de guerras. No entanto, essa guerra não seria o tipo com o qual o mundo estava historicamente acostumado. Seria uma guerra em uma escala muito maior do que já registrada na história. Essa guerra deveria ser global, mundial. Os detalhes desse plano de Pike de três Guerras Mundiais para estabelecer a Nova Ordem Mundial são os seguintes: [Ao ler esta profecia demoníaca, lembre-se do conceito ocultista de Tese batalhando contra a Antítese para produzir um novo sistema, a Síntese “Tese x Antítese = Síntese[2]”. Apenas precisamos acompanhar com atenção todas as manchetes dos principais jornais e revistas do mundo para vislumbrarmos a palavra profética se descortinar diante de nossos olhos perplexos. (OS REIS QUE VIRÃO)

[1] In, Koch, Paul. Planeta, 2005, p. 40-50.

[2] “As Guerras Mundiais I e II tiveram o objetivo de estabelecer a Antítese, para criar a Guerra Fria, esse “conflito controlado ou ameaça de conflito” que produziria o novo sistema, a Síntese, ou a Nova Ordem Mundial. 1. A Primeira Guerra Mundial foi concebida para fazer com que o Governo Czarista na Rússia fosse totalmente derrubado. O novo governo russo deveria ser ateísta e militarista. Além disso, Pike especificou que esse novo governo russo deveria ser comunista. Karl Marx publicou seu Manifesto Comunista em 1848, exatamente 22 anos antes dessa profecia ocultista de Albert Pike. Não é interessante que o número 22 continue aparecendo? A história registra que essa Primeira Guerra Mundial realmente ocorreu exatamente conforme descrito anteriormente. As potências ocidentais na Europa, em conjunto com os EUA, financiaram a expedição de Lênin à Rússia, financiaram seu governo continuamente, e financiaram depois disso o comunismo russo pelo menos uma vez a cada década, para evitar sua derrocada financeira. 2. A Segunda Guerra Mundial foi prevista para originar entre a Grã-Bretanha e a Alemanha. Entretanto, um dos resultados planejados dessa guerra era fortalecer o novo governo comunista russo, para que ele enfraquecesse e destruísse os outros governos e religiões. A história registra novamente que a Segunda Guerra Mundial, realmente cumpriu esse objetivo. A guerra iniciou quando a Alemanha invadiu a Polônia, fazendo com que a Grã-Bretanha declarasse guerra à Alemanha. Em breve, a tróica (3) de potências envolveu-se nessa guerra. Os ocultistas de Magia Negra aliaram-se quando a Alemanha firmou um pacto com a Itália e com o Japão; os ocultistas de Magia Branca aliaram-se quando a Grã-Bretanha uniu-se com os EUA e com a Rússia. Não se engane; essa guerra ocorreu entre duas forças da Nova Ordem Mundial, a aliança “maligna” das Potências do Eixo, e a aliança “boa” das Potências Aliadas; a guerra foi entre as forças de Magia Negra contra as forças da Magia Branca. Certamente, a visão de Pike da Segunda Guerra Mundial transformar o comunismo russo em uma superpotência foi cumprida em um nível surpreendente. Os historiadores sempre ficaram perplexos e nunca conseguiram compreender por que Churchill e Roosevelt entregaram toda a Europa Oriental aos soviéticos, se a preponderância de poder estava claramente contra eles. Claramente, quando Roosevelt e Churchill cederam toda a Europa oriental aos russos, o governo comunista da Rússia, agora conhecido como URSS [União das Repúblicas Socialistas Soviéticas], completou sua transição para superpotência, exatamente como previsto na visão de Pike. E, não nos esqueçamos que a Segunda Guerra Mundial deu à Rússia capacidades que ela não possuía antes da guerra. Não somente criamos as forças militares russas em um nível aterrorizador, mas também construímos fábricas inteiras ao leste de Moscou, que deram à Rússia uma grande base industrial. Embora a Rússia tenha pago muito alto em vidas humanas durante a guerra, emergiu do conflito como uma superpotência. Graças a Roosevelt, a Rússia agora tinha um reino para acompanhar sua nova base militar e industrial. Agora, você sabe que o maçom Franklin Delano Roosevelt deu esse território à Rússia simplesmente e somente porque estava sendo fiel à visão de Pike em 1870! Você nunca lerá essa verdadeira história em nenhum de seus livros. 3. A Terceira Guerra Mundial foi prevista para ser entre o judaísmo e o islamismo. Essa profecia é incrível sob muitos aspectos, começando com o fato de essa profecia sobre uma Terceira Guerra Mundial ter sido feita em 1870, quando Israel ainda não existia como país e quando somente os cristãos fundamentalistas acreditavam que Israel voltaria a existir novamente.”

Análise: assassinato de JFK

9 nov

November 22, 1993 will mark the 30th anniversary of the assassination of President John F. Kennedy. ..


Allan Watt[1] assim se pronuncia mediante uma análise surpreendente e meridiana sobre o ocorrido. Parece-nos que o mistério sobre o Assassinato de JFK está resolvido. E que a conspiração possui sujeitos e lojas: “Olá, pessoal. Sou Alan Watt e gostaria de falar um pouco a respeito das sociedades secretas. Essas sociedades têm inflamado toda a discussão sobre a “teoria da conspiração”, a qual é extraída de seu contexto pelos que estão no poder para, então, ser utilizada por eles quase como um passatempo, o que, por sua vez, coloca em descrédito a verdade dos fatos. A história em si está cheia de conspirações, uma atrás da outra, produzidas por um ou outro grupo, através de todos os tempos. No filme sobre a vida de JFK, o diretor Oliver Stone mostra o grupo que assassinou o presidente no momento em que seus participantes se encontram no parque do Memorial de Washington. O diálogo entre eles segue assim: “quem poderia ter tido poder para fazer tudo isso?”, e então, deixando-os diminutos em segundo plano no pequeno banco do parque, atrás deles, a câmera enfoca todo o símbolo do monumento, de cima a baixo na tela, o obelisco da verdadeira sociedade secreta acima de todas as pequenas instituições maçônicas, distante do pórtico que aparece ao fundo. Aqueles são os verdadeiros donos do poder, os que realmente mandam no sistema que conhecemos e que mandaram matar o Presidente Kennedy. Esta cena é seguida de outra, na qual mostra o discurso de Kennedy pronunciado no Hotel Waldorf Astoria de Nova York em 27 de abril de 1961. Esse discurso foi feito para a Associação Nacional de Editores de Notícias. Durou aproximadamente 19 minutos, ou ao redor disso. Neste discurso, o qual foi gravado, e em que aparece sua transmissão, o Presidente Kennedy fala a respeito da necessidade de não haver mais sociedades secretas no governo, por que ele era bem consciente da existência delas. Elas têm sempre estado ali, e seguem soberanas até os dias de hoje, e seu discurso contra elas foi o que definiu o destino de Kennedy. Esta foi a verdadeira razão – aVERDADEIRA RAZÃO DELE TER SIDO ASSASSINADO PUBLICAMENTE, executado publicamente e com destreza, como diriam os da Alta Maçonaria. Tudo foi feito com muita habilidade a céu aberto, no momento em que ele era conduzido sob o sol e sua cabeça estava ali, oferecida numa bandeja. Então, primeiro vemos um vídeo clipe do Oliver Stone.“Esta é uma questão real, não é? Porquê? O “como” e o “quem” é apenas teatro para o público. Oswald, Ruby, Cuba e a Máfia mantêm a todos ocupados especulando, como se se tratasse de algum tipo de jogo de mesa que os impede de fazer as perguntas mais importantes. Por quê? Por quê mataram a Kennedy? Quem se beneficiou com isso? Quem tem tanto poder para manter esse assassinato encoberto? Quem?” Alan: Então, aqui vamos com uma verdadeira prova de ironia bem em frente do nosso nariz, em que vemos as respostas bem no começo do filme e, muitas vezes, não somos capazes de tirar uma conclusão sobre o óbvio, a menos que alguém nos diga, como o Sr. Brzezinski (um antigo conselheiro de segurança nacional norte americana), por exemplo. Assim, para reforçar a idéia, aparece, em seguida, o verdadeiro discurso de Kennedy pronunciado no Hotel Waldorf Astoria de Nova York, em 27 de abril de 1961, para a Associação Nacional de Editores de Notícias, em que ele sela seu destino como sendo o presidente que, pela primeira vez, falou em público sobre a necessidade de se extinguir as sociedades secretas, não apenas no governo, mas também na sociedade em que vivemos como um todo. Alan: Aqui está. Falar a verdade pode ser extremamente prejudicial à sua saúde. Não apenas nesta era, mas em todas as eras. É interessante observar que em Dallas, próximo ao Dealey Plaza, onde tudo ocorreu, justo onde estão as três intersecções viárias formando uma tríade – ou um tridente, pirâmide. Justo ali perto, os maçons construíram o monumento em homenagem à morte de Kennedy. Agora, está ao seu critério decidir se isso foi construído em sua memória, ou se é uma exaltação ao sujeito no cume do poder, no seu total domínio. Construíram um obelisco dentro de uma rotatória, e no topo do obelisco colocaram, em forma de rocha, o fogo saindo do obelisco e, logo abaixo, um lago exatamente como no Memorial de Washington. Assim, vemos que sempre há o símbolo do fogo, o símbolo fálico: fogo, espírito, energia, a força motriz refletida na água, que é o feminino. Então, colocam esse lago ali em Dallas para comemorar sua vitória (acredito que foi para mostrar sua total dominação sobre o firmamento, a terra, o que é motivo de bastante orgulho para eles, e este é o significado que se esconde nesta torre de símbolo fálico que se vê refletido na água). O espírito e a terra; o firmamento e a terra. Está ao seu critério decidir se você devia continuar fazendo de conta que vive sob as ordens de um governo eleito, que supostamente serve aos seus interesses, ou se você necessita total abertura como Kennedy estabeleceu à associação de editores de imprensa, por que se você não pode ter essa abertura você estará recorrendo ao sigilo, e sigilo nunca muda de direção, nunca muda seu apego pelo poder, seu instinto totalitário. Não podemos viver mais sobre sigilo. Se pensarmos que podemos ir juntos para estarmos juntos, então, estamos perdidos. Temos que dizer aos nossos governantes que exigimos conhecer todos esses oficiais que pertencem às sociedades secretas, como se autonomeiam, e conhecer seu juramento, e temos que descobrir aqueles que têm sido ajudados por aquelas associações menores e levado para as lojas maçônicas aos mais altos grupos, por que aqueles que se juntam ao clube que tem poder para controlar o mundo por sua própria descendência tanto quanto se preocupam em não serem expostos. Não temos escolha nesta matéria. Basta ver como está o mundo. Estamos caminhando para uma ditadura científica feita de departamentos científicos. Todas estas gigantes organizações internacionais formam parte do sistema de controle. Não são coisas à parte. Todos formam uma única coisa e nós não temos muito tempo para atuar. Temos que exigir transparência e abertura imediata. NÃO PODEMOS VIVER SOB SIGILO. O sigilo, pela sua própria natureza, pressagia malefícios àqueles que estão isentos do seu conhecimento. Obrigado por me escutar. Até logo.


[1]A analise das conseqüências produzidas por esse discurso foram extraídas do site [http://www.alanwattsentientsentinel.eu/portuguese/transcripts/ PORTUGUESE_2006July_Alan_Watt_Blurb_TheCapstoneThatKilledJFK.html]

 

 

Discurso de Barack Obama

9 nov

E não é isto que contemplamos nos dias de hoje? Exemplo desse engano na órbita política temos com a mais atual expressão da liderança americana, o Sr. Barack Hussein Obama, eleito em 2008 o primeiro presidente negro dos EUA. Em discurso em uma igreja cristã, Obama contesta a infalibilidade das escriturase coloca em xeque os absolutos de Deus mediante raciocínio açodado e superficial, mas que vem ao encontro do que as pessoas hoje em dia desejam ouvir. O teor do discurso vai a seguir reproduzido: “Dada a crescente diversidade das populações dos Estados Unidos, os perigos do sectarismo estão maiores do que nunca. O que quer que nós já tenhamos sido, nós não somos mais uma nação cristã. Pelo menos não somente. Nós somos também uma nação judaica, uma nação muçulmana, uma nação budista, uma nação hindu e uma nação de incrédulos. E mesmo se nós tivéssemos apenas cristãos entre nós, se expulsássemos todos os não-cristãos dos Estados Unidos da América, o cristianismo de quem nós ensinaríamos nas escolas? Seria o de James Dobson ou o de Al Sharpton? Que passagens das escrituras deveriam instruir as nossas políticas públicas? Deveríamos escolher o Levítico, que sugere que a escravidão é aceitável? E comer frutos do mar é uma abominação? Ou poderíamos escolher o Deuteronômio que sugere apedrejar o seu filho caso ele se desvie da fé? Ou deveríamos apenas ficar com o Sermão da Montanha? Uma passagem que é tão radical que é de se duvidar que o nosso Departamento de Defesa sobreviveria à sua aplicação. Então, antes de nos empolgarmos, vamos ler as nossas Bíblias agora. As pessoas não têm lido a Bíblia. O que me leva ao segundo ponto: que Democracia exige que aqueles motivados pela religião traduzam suas preocupações em valores universais, ao invés de valores específicos de uma religião. O que eu quero dizer com isto? A democracia requer que as propostas estejam sujeitas à discussão e sejam influenciáveis pela razão. Eu posso ser contrário ao aborto por razões religiosas, por exemplo, mas se eu pretendo aprovar uma lei proibindo a prática, eu não posso simplesmente recorrer aos ensinamentos da minha igreja ou invocar a vontade divina; eu terei que explicar porque o aborto viola algum princípio que é acessível às pessoas de todas as fés, incluindo aqueles sem fé alguma. Agora, isto vai ser difícil para alguns que acreditam na infalibilidade da Bíblia, como muitos evangélicos acreditam, mas em uma sociedade pluralista nós não temos escolha. Política depende das nossas habilidades de persuadir uns aos outros de objetivos comuns com base em uma realidade comum. Ela envolve negociação, a arte daquilo que é possível. E, em algum nível fundamental, a religião não permite negociar: é a arte do impossível. Se Deus falou, então espera-se que os seguidores vivam de acordo com os éditos de Deus, a despeito das conseqüências.Agora basear a vida de uma única pessoa em compromissos tão inegociáveis pode ser sublime, mas basear nossas decisões políticas em tais compromissos seria perigoso. E se você duvida disso, deixe-me dar um exemplo:Todos nós conhecemos a história de Abraão e Isaac. Abraão foi ordenado por Deus a sacrificar o seu único filho. Sem discutir com Deus, Abraão leva Isaac montanha acima e o amarra a um altar. Levanta a sua faca. Prepara-se para agir como Deus ordenara. Nós agora sabemos que as coisas terminaram bem: Deus envia um anjo para interceder bem no último minuto. Abraão passa no teste de devoção de Deus. Mas é justo dizer que se qualquer um de nós, ao sair desta igreja, visse um Abraão no telhado de um prédio levantando sua faca, nós iríamos, no mínimo, chamar a polícia. E esperaríamos que o Departamento de Serviços às Crianças e à Família tirasse a guarda de Isaac de Abraão. Nós faríamos isto porque nós não ouvimos o que Abraão ouve, nós não vemos o que Abraão vê. Então o melhor que podemos fazer é agir de acordo com aquelas coisas que todos nós vemos, e que todos nós ouvimos. A jurisprudência é o bom senso básico. Então nós temos algum trabalho para fazer aqui, mas eu tenho esperanças que nós poderemos transpor o hiato que existe e superar os preconceitos que todos nós, em maior ou menor grau, trazemos a este debate. E eu tenho fé de que milhões de americanos crédulos querem que isto aconteça. Não importa o quão religiosos possam ser, ou não ser, as pessoas estão cansadas de ver a fé sendo utilizada como ferramenta de ataque. Elas não querem que a fé seja usada para diminuir ou para dividir porque no fim não é desta forma que elas vêem a fé nas suas próprias vidas. ” Uma análise deste discurso demonstra claramente que o Sr. Obama – como uma esponja – já absorveu em seu ser a mentalidade da sociedade pós-moderna em que a verdade é reduzida a pó com a finalidade de que os que advogam mentiras possam prosseguir sem nenhuma resistência bastando, para isso, que a proferida mentira seja – de um determinado ponto-de-vista – verdade para quem a profere. De modo ridículo Obama questiona a aplicabilidade dos princípios bíblicos como norteadores de políticas públicas utilizando, para isso, textos que não se prestam a isso pela simples pontualidade de sua ocorrência, por exemplo, quando Deus tratou com Abraão exigindo o seu filho o fez apenas uma vez, para mostrar, no contexto das Escrituras a necessidade de expiação dos pecados mediante um sacrifício vivo e sendo Isaque um tipo do próprio Jesus Cristo. A má-fé de Obama para questionar a infalibilidade das escrituras não pára por aí: ao mencionar ser impossível invocar a proibição do aborto com fundamento na vontade divina, Barack Obama se alinha com os que negam que Deus é quem possui o poder sobre a vida e a morte e nega a verdade revelada que, embora não possa – em tese – nortear políticas públicas em uma sociedade laica pode, em decorrência da verdade revelada, reconhecer, por exemplo, a santidade da vida porque a vida é uma criação de Deus (salmos 139.14-16). Certamente que a partir desse conceito que não é um conceito necessariamente exclusivo da confissão cristã, políticas públicas de incentivo a prática da adoção aos filhos rejeitados ao invés do aborto poderiam ser disseminadas. Sem dúvida, Obama encarna o espírito do anticristo e com certeza é um lobo em pele de cordeiro, falso mestre do engano político. Quando ele afirma que as pessoas não querem que a fé seja utilizada para dividir ele vai de encontro às palavras do próprio Jesus que afirma que “não vim trazer paz a Terra, mas espada” isto é, um claro posicionamento em favor de Jesus Cristo trará divisão no seio da própria família.

Manipulação

9 nov

Esta sociedade secreta manipula eleições e provoca os mais diversos problemas no seio das nações. Problemas econômicos, guerra civil, revolução, criminalidade e epidemias. A globalização apenas facilitou o seu trabalho, já que o caos produzido em apenas uma nação gera um efeito dominó atingindo todas as outras. Sociedades secretas e seus membros não estão de brincadeira e seus objetivos estão claros. O mais incrível disso tudo é que tanto os textos hebraicos antigos, conhecidos como Antigo Testamento quanto o Novo Testamento, trazem profecias que se encaixam e corroboram como inevitáveis os acontecimentos que são o fruto dos intentos dessa sociedade secreta que utiliza de todas as outras e a elas se une para forjar um homem do pecado conhecido como o Anticristo, que governará um mundo globalizado em uma Nova Ordem Mundial. Muitos tentam desacreditar a profecia bíblica, entretanto, desde a criação do Estado de Israel, em 1948, temos uma prova concreta e permanente, e isto diante dos nossos olhos todos os dias (ou quase todos), de que os profetas de Israel falaram sobre esse retorno: está escrito! Jesus Cristo, em seu discurso escatológico ensina em Mateus24 a respeito do fundamento dos dias que se abaterão sobre a humanidade antes da Sua volta. Ele fala ou descreve – na verdade – uma determinada “conjuntura” que existirá nos dias que antecederão o Seu retorno a Terra. Jesus respondendo à questão levantada pelos discípulos (Mt 24.3). “No Monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas, e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século.” A resposta de Jesus impressiona, pois ao invés de começar dizendo que “fogo cairá do céu”, “explosões ocorrerão”, “trovoadas e saraiva” Jesus responde que o principal sinal diz respeito a algo muito mais sutil. Ele fala a respeito do que apelidaremos de uma “CONJUNTURA DO ENGANO.” A sociedade dos últimos dias se caracterizará por uma ampla disseminação do engano e da mentira não apenas no âmbito religioso, mas no político, nas relações financeiras e no trato entre as nações. (DO LIVRO OS REIS QUE VIRÃO)

Discurso de JFK WALDORF ASTORIA | 27 de abril 1961

9 nov

Kennedy

“Sr. Presidente, damas e cavalheiros: Aprecio muitíssimo seu generoso convite para que comparecesse aqui nesta noite. Os senhores sustentam grandes responsabilidades nestes dias, fato este que me foi recordado através de um artigo que li há algum tempo, e que falava sobre as responsabilidades que pesam, particularmente, sob vossa profissão e que são ocasionadas por um evento como o de hoje.    Deverão recordar que em 1851, o The New York Herald Tribune, sob o patrocínio e publicação de Horace Greeley, empregou como seu correspondente em Londres um obscuro jornalista sob o nome de Karl Marx.   Disseram-nos que o correspondente estrangeiro Marx, um sujeito falido com uma família enferma e desnutrida, apelava constantemente a Greeley e a seu editor chefe, Charles Dana, para que aumentassem seu generoso salário de $5 (dólares) por pagamento, um salário que Marx e Angels ingratamente qualificaram como “desprezível descaramento do pequeno burguês”.    Mas, então, quando todos os apelos financeiros foram recusados, Marx buscou outros meios de sustento e fama, finalizando, assim, sua relação com o Herald Tribune, e devotando seus talentos em tempo integral à causa que iria deixar como legado ao mundo as sementes do Leninismo, do Stalinismo, da Revolução Russa e da Guerra Fria. Tudo indica que se este jornal capitalista nova iorquino o tivesse tratado de uma maneira mais gentil, e se Marx tivesse continuado como correspondente estrangeiro, a história poderia ter sido diferente. E espero que todos os editores guardem esta lição da próxima vez que recebam o apelo de um obscuro jornalista acometido pela pobreza, pedindo um pequeno aumento em seu salário.    Selecionei como título do meu pronunciamento desta noite “O Presidente e a Imprensa”. Alguns poderiam sugerir que “O Presidente versus a Imprensa” seria mais apropriado. No entanto, estes não são os meus sentimentos desta noite.     É verdade, não obstante, que quando um bem conhecido diplomata de outro país exigiu, recentemente, que o nosso Departamento de Estado repudiasse os ataques de certo jornal contra um colega seu, não foi necessário a este departamento responder que esta administração não tem responsabilidade sobre os atos da imprensa, já que a imprensa tratou de deixar claro que não é responsável por esta administração.     No entanto, meu propósito desta noite não é dirigir a usual investida no então chamado grupo de imprensa. Pelo contrário; nos últimos meses tenho ouvido pouquíssimas queixas sobre a imprensa, no aspecto político, com exceção de alguns poucos Republicanos. Nem é meu propósito de esta noite discutir ou defender as conferências presidenciais concedidas pela imprensa televisiva. Vejo altamente beneficioso que 20.000.000 (vinte milhões) de norte americanos estejam regularmente atentos a estas conferências para observar, se pode dizer isso, as incisivas, inteligentes e corteses qualidades exibidas por vossos correspondentes em Washington.     Nem são propósito desses comentários examinar o apropriado grau de privacidade que a impressa deveria atribuir a qualquer Presidente e sua família.     Se nos últimos poucos meses os repórteres e fotógrafos da Casa Branca têm atendido ao serviço religioso com regularidade, isto, certamente, não lhes têm causado nenhum dano.  Por outro lado, percebi que vossa equipe e fotógrafos de agências de notícias podem estar reclamando por não poderem mais utilizar os privilégios de aceder os campos de golfe locais como o faziam anteriormente.  É verdade que o meu predecessor não fazia nenhuma objeção com relação a que lhe fizessem fotos enquanto estava praticando esse esporte. No entanto, ele jamais foi incomodado por algum sujeito pertencente ao serviço secreto.   Meu tópico desta noite é um pouco mais sóbrio ao que se refere às editoras; e editores.    Quero falar sobre nossas responsabilidades em conjunto para afrontar um perigo em comum. Os acontecimentos ocorridos nas últimas semanas podem ter ajudado a iluminar aquele desafio para alguns de nós; mas as dimensões de tal perigo têm longamente ameaçado o nosso horizonte por muitos anos. Qualquer que sejam nossas esperanças para o futuro – para reduzir essa ameaça ou viver com ela – não há saída com relação à sua gravidade ou à totalidade de seu desafio para nossa sobrevivência e segurança – desafio que nos confronta de inesperadas maneiras em muitas esferas da atividade humana.    Este fatal desafio impõe, sobre nossa sociedade, duas condições de imediata preocupação para a imprensa e o presidente – duas condições que poderão ser quase contraditórias em seu teor, mas que deverão chegar a um consenso para serem cumpridas se desejamos enfrentar este perigo nacional. Primeiramente, me refiro à necessidade de ampliar a informação ao grande público e, segundo, à necessidade de um maior sigilo oficial.     A palavra “sigilo” soa repugnante numa sociedade livre e aberta, e nós somos um povo contrário, tanto historicamente quanto hereditariamente, a sociedades, juramentos e procedimentos secretos. Há muito tempo, decidimos que um excessivo e injustificado encobrimento de fatos pertinentes provoca uma sobrevalorização dos perigos que são utilizados para justificá-los. Mesmo hoje, há pouca importância em se opor à ameaça de uma sociedade secreta através da imitação de suas restrições arbitrárias. Ainda hoje, há pouco valor em se assegurar a sobrevivência da nossa nação se nossas tradições não sobrevivem com elas. E há um sério perigo de que uma anunciada necessidade para aumentar a segurança se apodere daqueles ansiosos por expandir seu significado para os mesmos limites da censura e sigilo oficial. Até o limite do meu controle, não pretendo permitir que isto aconteça. E nenhum oficial do meu governo, seja este de alto ou baixo escalão, civil ou militar, poderá interpretar minhas palavras desta noite como uma desculpa para censurar as notícias, de modo a sufocar as dissidências, encobrir nossos erros ou impedir que a imprensa e a opinião pública sejam informadas dos fatos aos quais elas têm o direito de saber.     Solicito a cada editora, editor e homem de notícias desta nação a reexaminar seus próprios critérios, e que reconheçam a natureza dos perigos de nosso país. Em tempos de guerra, o governo e a imprensa têm habitualmente se unido no esforço baseado amplamente na autodisciplina, para prevenir liberação de informação não autorizada ao inimigo. Em tempos de “perigo claro e eminente”, as cortes têm se assegurado que mesmo os direitos privilegiados da Primeira Emenda devem sujeitar-se à necessidade pública de segurança nacional.    Embora, hoje, nenhuma guerra tenha sido declarada, por mais dura que seja a batalha, ela nunca poderá ser declarada de uma forma tradicional. Nosso meio de vida está sob ataque. Aqueles que se fizeram nossos inimigos estão avançando através do globo. A sobrevivência dos nossos amigos está em perigo, ainda que, nenhuma guerra tenha sido declarada, nenhuma fronteira tenha sido invadida pela marcha de tropas, e nenhum míssil tenha sido disparado.  Se a imprensa está esperando uma declaração de guerra antes que seja imposta uma autodisciplina nas condições de combate, então, posso dizer que nenhuma guerra jamais se configurou como uma grande ameaça à nossa segurança. Se os senhores estão esperando um veredicto de “perigo claro e eminente”, então, posso apenas dizer que o perigo nunca esteve tão claro e que sua presença nunca foi tão eminente.     Isto requer uma mudança de enfoque, de tática e de missão do governo, da população, de cada empresário, de cada líder trabalhista e dos meios de comunicação. O fato de estarmos contra o mundo que produz conspirações grosseiras e monolíticas que nos circula e que se baseia, primeiramente, em converter os meios para expandir sua esfera de influência a favor da infiltração (em vez de invasão), da subversão (em vez de eleições), da intimidação (em vez da livre escolha), de guerrilhas noturnas (em vez de exércitos diurnos). Este sistema tem recrutado uma vasta quantidade de recursos materiais e humanos para a construção de uma rígida malha, um altamente eficiente mecanismo que combina operações militares, diplomáticas, de inteligência, econômicas, científicas e políticas.     Sua elaboração é camuflada, nunca declarada. Seus erros são sepultados, nunca expostos. Seus dissidentes são silenciados, nunca louvados. Nenhum gasto é questionado, nenhum rumor é impresso e nenhum segredo revelado. Em resumo, isto conduz à guerra fria, cuja disciplina em tempos de guerra não é desejada nem esperada por nenhuma democracia.     Não obstante, todas as democracias reconhecem as necessárias restrições para a segurança nacional – e a questão reside em se essas restrições necessitam ser mais estritamente observadas, seja no caso de uma oposição de nossa parte a este tipo de ataque, ou de uma invasão direta.     Vamos aos fatos que interessam: os inimigos desta nação têm abertamente alardeado que obtiveram, através da leitura de nossos jornais, informações que, de outra maneira, teriam que ser adquiridas por agentes por meio de furto, suborno ou espionagem. Tais detalhes preliminares de informação sigilosa da nação de contra-ataque às operações sigilosas do inimigo; tem estado disponíveis ao leitor em todos os jornais, amigos ou supostamente inimigos, os quais medem a força, a localização e a natureza de nossas forças e armamento, assim como nossos planos e estratégias para seu uso. Todos esses detalhes têm sido precisados pela imprensa, e outros meios de comunicação, em um nível suficiente para satisfazer qualquer poder estrangeiro. Em pelo menos um caso, a publicação de detalhes relacionados ao emprego de mecanismo secreto envolvendo satélites fez necessária a conseqüente alteração de planos a custas de considerável gasto de tempo e dinheiro.     Os jornais que imprimiram tal informação foram leais, patrióticos, responsáveis e bem intencionados. Se tivéssemos engajados em uma guerra aberta, sem dúvida alguma, não teriam publicado tais detalhes. No entanto, na ausência de uma guerra aberta, eles reconheceram somente os limites do jornalismo, e não os limites da segurança nacional. Meu questionamento desta noite é se não deveríamos adotar limites adicionais.     Esta questão é para que cada um dos senhores responda para si próprio. Nenhum oficial público deveria responder a esta pergunta para os senhores. Nenhum plano governamental deveria impor suas restrições em contra da vossa vontade. Mas eu estaria falhando no meu compromisso com a nação em considerar todas as responsabilidades que agora sustentamos e todos os meios disponíveis para cumprir com essas responsabilidades, se não chamasse vossa atenção para este problema, e para a urgência de sua cuidadosa consideração.     Em muitas outras ocasiões, eu disse – tanto quanto os vossos respectivos jornais têm afirmado contínuas vezes – que estes são tempos de apelo ao senso de sacrifício e autodisciplina de cada cidadão. Chamamos a atenção a todos os cidadãos para pesar seus direitos e comodidade em contra oposição a suas obrigações para o bem comum. Não devo acreditar que, em tempos como estes aqueles cidadãos que atuam nos negócios jornalísticos se consideram isentos de tal apelo.     Não tenho intenção de estabelecer um novo Departamento de Informação de Guerra para governar o fluxo de notícias, e não estou sugerindo nenhuma nova forma de censura ou novos tipos de classificações de segurança. Não tenho uma resposta fácil para o dilema que levantei, e não tentaria impor se tivesse uma. Porém, estou solicitando aos membros da profissão jornalística, e dessa indústria, deste país que reexaminem suas próprias responsabilidades, que considerem o grau e a natureza do presente perigo e que estejam atentos ao dever de autocontrole que este perigo impõe sobre todos nós.     Todos os jornais devem perguntar a si mesmos, com respeito a qualquer reportagem: “Isto é notícia?” Sugiro, ainda, que vocês ampliem a pergunta para: “Isto é de interesse para a segurança nacional?” E espero que cada grupo dos Estados Unidos da América –sejam estados, executivos e oficiais públicos em qualquer nível – faça a mesma pergunta que seus diligentes, e que sujeitem suas ações aos mesmos minuciosos critérios.     A imprensa dos Estados Unidos da América deveria considerar e recomendar a participação voluntária aos novos e específicos passos, ou mecanismos, e lhes asseguro que todos iríamos cooperar de todo o coração com tais recomendações.     Talvez não haja recomendações. Talvez não exista respostas para o dilema enfrentado por uma sociedade livre e aberta em uma guerra fria e secreta. Em tempos de paz, qualquer discussão sobre este assunto, e qualquer ação dela resultante, é dolorosa e sem precedentes. No entanto, este é um tempo de paz, e perigo sem precedentes conhecidos na história.     É justamente a natureza sem precedentes desse desafio que também faz surgir um segundo compromisso, um compromisso que eu comparto – e que é nosso dever, o de informar e alertar ao povo norte americano, certificando-se que estes recebem toda a informação que necessitam, e que a compreendem – sobre os perigos, o panorama, os propósitos de nosso programa e as escolhas que fazemos.     Nenhum presidente deveria temer o escrutínio público de seu programa. Do escrutínio surge a compreensão, e da compreensão surge o apoio ou oposição, sendo ambos necessários. Não estou pedindo a vossos jornais que apóiem o governo, mas sim, lhes estou pedindo que ajudem na tremenda tarefa de informar e alertar ao povo norte americano, pela completa confiança que tenho no grau de resposta e dedicação dos nossos cidadãos, sempre quando eles estão totalmente informados.  Eu não apenas não pretendo abafar qualquer controvérsia entre vossos leitores, como lhes dou as boas-vindas. Este governo pretende ser franco com relação a seus erros, ao que me recordo do que um homem sábio disse uma vez: “Um erro não é um erro até que você se recuse a corrigi-lo.” Pretendemos assumir a completa responsabilidade sobre nossos erros e esperamos que os senhores os apontem se nós os omitimos.     Sem debate e sem crítica, nenhum governo e nenhum país pode prosperar, ou república sobreviver. E é por isto que o legislador ateniense, Sólon, decretou como criminoso a qualquer cidadão que recua diante de uma controvérsia. E esta é a razão pela qual nossa imprensa foi protegida pela Primeira Emenda – a única atividade profissional dos Estados Unidos especialmente protegida pela Constituição – não, primeiramente, para divertir e entreter, nem para enfatizar o trivial e o sentimental, ou simplesmente para “dar ao público o que ele quer”, mas também para informar, estimular, fazer refletir, para alertar dos nossos perigos e nossas oportunidades, para demonstrar nossos momentos de crise e escolhas, para guiar, moldar, educar e, mesmo, enfurecer a opinião pública.     Isto significa uma grande cobertura e análise de notícias internacionais – o que não está distante, mas sim, próximo de nós. Também significa maior atenção para aumentar a compreensão das notícias e a melhorar a transmissão dos fatos, o que representa que o governo, em todos os seus níveis, deve cumprir sua obrigação de prover à imprensa a informação mais completa possível, fora dos mais estreitos limites da segurança nacional – que é o que tentamos fazer.     Foi no começo do século XVII quando Francis Bacon falou a respeito de três invenções que iriam transformar o mundo: o compasso, a pólvora e a imprensa. Agora, a comunicação entre as nações forjada, primeiramente, pelo compasso, transformou a todos nós em cidadãos do mundo; as esperanças e ameaças de um tornaram-se as esperanças e ameaças de todos. No esforço mundial para que todos pudessem viver juntos; a evolução da pólvora – no seu mais extremo limite – advertiu à humanidade das terríveis conseqüências da sua derrota.    Dessa forma, coube à imprensa, na função de registrar a obra da humanidade, da manutenção da sua consciência e de mensageira das suas notícias, e onde procuramos por força e assistência, confiantes de que, com a sua ajuda, a humanidade será o que nasceu para ser: livre e independente.”

OS REIS QUE VIRÃO

9 nov

Portanto, não tenham medo deles. Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido.” (Mateus 10:26). Como ponto de partida deste BLOG (pois é importante em qualquer uma estabelecer conceitos e significados) a profecia bíblica é o parâmetro para julgamento dos fatos e a sua interpretação é a literal e como os acontecimentos e desenvolvimento histórico da humanidade cumpre a profecia de justamente de maneira literal (ex: o retorno dos judeus à Terra Prometida). Quando os profetas judeus escreveram utilizaram símbolos para expressar, muitas vezes, algo que viram acontecer no futuro cujo significado era impossível de explicar para as pessoas que viviam à época em que a profecia veio a lume. Admitimos nesta obra também que o profeta fala para o seu tempo, mas a profecia se estende para além se não cumprida de imediato. Existe a possibilidade, também, de interconexão ou “misturas” desses interregnos, como é o caso da Profecia sobre a destruição do Templo de Jerusalém e a sua profanação no ano 70 d.C. (sabemos que haverá uma profanação do Templo em Jerusalém durante o período do Anticristo, embora seja verdadeiro que este templo ainda não exista, mas voltará a existir). Para exemplificar esta posição, tomemos como exemplo as profecias do profeta Daniel: elas tratam de reinos e nações concretas. Aplicam-se a fatos concretos. Ao contrário das profecias esotéricas (como as de Nostradamus) que podem ser interpretadas de diversos modos e aplicáveis aos mais variados sujeitos e com uma margem de erro imensa, a profecia dadas por Deus aos profetas judeus são incrivelmente precisas com respeito a diversos fatos. De fato, a precisão encontrada no Livro de Daniel é tão perfeita que com respeito a uma de suas profecias os críticos chegaram a afirmar que foi escrita após os fatos terem ocorrido. Quando estudamos diversos aspectos das conspirações que tem ocorrido neste mundo e a respeito do Poder Global e sub-reptício da poderosa sociedade secreta que domina e se espalha nos mais diversos setores da sociedade e dos governos constituídos percebemos que tais acontecimentos guardam íntima correlação com os aspectos mais dramáticos da profecia bíblica sendo que, – a respeito do fim dos tempos percebemos que naqueles dias (ou nos dias que vivemos) existirão três vértices sobre os quais se apoiarão a sociedade de então: a) uma ideologia do fim dos tempos disseminada mediante engano, propaganda e influência; b) nações do fim dos tempos que se reunirão em um governo global e c) uma religião única e global do fim dos temposDiscursos e conspirações As conspirações moldaram o caráter humano. Aliás, parecem fazer parte desse caráter. Grandes conspirações e conspiradores moldaram e continuam a moldar a face do nosso mundo. As conspirações provocam importantes eventos que se constituem marcos na linha do tempo da história humana. Tradicionalmente temos a correlação dos seguintes personagens: Caim e Abel, Brutus e Júlio César, Lincoln e John Wilkes Booth, Kennedy e Lee Harvey Oswald, John Lennon e Mark Chapman e tantos outros eventos violentos da história antiga e atual resultaram de conspirações. Toda conspiração surge em decorrência da incessante busca de poder e todo poder não existe por si mesmo, mas é sustentado por forças que operam nos bastidores dos eventos (em micro-escala) e da história, sob a ótica de uma escala mais ampla e abrangente. As sociedades secretas, mediante inúmeras conspirações, têm sistematicamente conduzido o rio da História para um clímax ocultista, para entregar o poder acumulado durante séculos a um único e diabólico ditador mundial, ditador este que no livro “1984”de George Orwell constitui uma pálida antevisão. O mais impressionante é que, pela primeira vez na história da humanidade, é a presente geração que possui todas as condições reunidas em um único contexto para estabelecer esta visão narrada por autores seculares e sagrados. Esta visão tem um nome: Nova Ordem Mundial, que atualmente adquiriu ares de “academicismo” debatido em trabalhos, teses e artigos em publicações especializadas. A mudança para essa mentalidade global foi estabelecida há muito tempo através de um planejamento amplo, mas sistemático; custoso, mas persistente; tenebroso e muitas vezes duvidoso; mas carregado de uma proposta de “iluminação” e com inúmeras possibilidades de formação social sob o domínio de um só líder! Os tempos em que vivemos são estranhos. Apesar de tanta tecnologia e de tanto alarde, as pessoas se curvam perante todo o tipo de superstição. O homem moderno ou pós-moderno é um poço de superstição e que acredita nos maiores disparates: bruxas, fadas, duendes, horóscopos de todo o tipo, tarô, jogo de runas. Mas isto tudo é para que se cumpra a Palavra de Deus que afirma que “nos últimos dias os homens dariam ouvidos a fábulas”. É triste, é preocupante, mas é verdade. Os discursos dos homens atuais desde meados do século XX até agora confirmam: a humanidade caminha para o fim da História. Os livros de História ensinam que todas as transformações ocorridas – a queda de diversas monarquias, as guerras mundiais, as mudanças de regimes, as quebras e reviravoltas econômicas e as revoluções são fruto da própria evolução e transformação da sociedade e decorrem da própria disposição das coisas. Mas isso não é verdade. As mudanças não teriam ocorrido, ou não teriam ocorrido tão rapidamente se por detrás disso tudo não existisse um fermento mais eficaz do que uma determinada “conjuntura”. Por detrás de cada mudança significativa grupos comprometidos com uma visão previamente estabelecida e colocando em movimento determinadas engrenagens; paralisando algumas outras para ocasionar a desejada mudança. Todo o sistema político mundial, desde o advento da Revolução Francesa (que é o marco – mais ou menos distinguível no mundo ocidental – em que as rodas da manipulação e do poder econômico vinculado a sociedades secretas começaram a estabelecer um domínio sistemático, funesto e invisível dos acontecimentos) é constituído para ser controlado por um pequeno grupo de uma elite dedicada a práticas ocultistas que possui uma íntima e coordenada interação com o “Olho que tudo vê de Lúcifer”. Por mais de dois séculos, essas sociedades, lideradas por uma sociedade cuja expansão se deu, inicialmente, no âmbito da Maçonaria se infiltraram no seio da aristocracia Britânica e Americana que estão envolvidas com determinadas Sociedades Secretas Satânicas que determinam as posições majoritárias na política, na mídia e nas decisões de cunho militar. Sua influência mais contundente e que dirigiu de maneira decisiva e inevitável o curso dos acontecimentos para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial se deu com o assassinato do Presidente John Fitzgerald Kennedy que em discurso pronunciado no Hotel Waldorf Astoria de Nova York em 27 de abril de 1961, alertou abertamente contra a existência e influência nefasta das sociedades secretas