OS REIS QUE VIRÃO | KINGS TO COME

9 maio

Livro: OS REIS QUE VIRÃO

Autor: P. B. Lemos Filho

Ano: 2014 Gênero: Teologia

O autor faz uma Análise de cunho profético sobre a Nova Ordem Mundial. Mediante Pesquisa profunda nos leva por uma viagem pelos meandros de sociedades que transformam e provocam eventos para dirigir o mundo no caminho que desejam. O livro é uma chocante e reveladora Informação Sobre temas em evidência, mas escondidos sob uma camada de dissuasão e engano . Assombroso e Revelador . Recomendo / The author makes a prophetic nature analysis about the New World Order. Through deep research takes us on a journey through the intricacies of secret societies that transform and cause events to lead the world in the way they want. The book is a shocking and revealing Information About themes in evidence, but hidden under a layer of deterrence and deceit . Amazing and Revelator. Recommended.

capa

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E SE TODOS OS PAÍSES SE TORNASSEM COMUNISTAS

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Para que Brigar? Como USAR um idiota INÚTIL

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Corruptocratas da ONU: poupem-nos da falsa santidade dos refugiados!

28 set

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ESCRITO POR MICHELLE MALKIN | 22 SETEMBRO 2016
ARTIGOS – GLOBALISMO

Outra reunião de cúpula das Nações Unidas em New York. Outra extravagância pedante. Outra inútil “declaração histórica” (não vinculante, é claro) para salvar o mundo (realizando outra reunião de cúpula… em dois anos). Enquanto a América se abala com os últimos ataques de refugiados e imigrantes muçulmanos em New York, New Jersey e Minnesota, os benfeitores globais do mundo enchem a Big Apple com o seu ar quente humanitário. Funcionários da ONU se reuniram em New York esta semana para pressionar por uma “ação coletiva” para “proteger os direitos dos refugiados e migrantes, para salvar vidas e partilhar a responsabilidade por grandes movimentos em uma escala global.” Deixe-me colocar isso o mais educadamente possível: Caiam fora, cretinos da ONU! Os jihadistas islâmicos estão decepando as cabeças dos infiéis, seqüestrando jovens africanas, missionários cristãos e turistas ocidentais, incinerando estudantes afegãs, impondo a mutilação genital em massa em meninas muçulmanas e obrigando-as a casar com brutos lascivos enquanto elas ainda estão na escola, empurrando gays de telhados, estuprando em massa mulheres europeias, lançando fatwas sobre cartunistas, cineastas e autores e esfaqueando, atirando e explodindo bombas contra judeus, cristãos e apóstatas ex-muçulmanos em todo o mundo.

Só para introduzir os novatos no assunto.

Mas o problema real, segundo nos dizem as elites da ONU, é “a crescente xenofobia” em países cujos cidadãos estão doentes e cansados de fronteiras abertas. Se pelo menos nós, pagãos sem educação que nos opomos à imigração em massa e irrestrita para a América de criadouros de gente que odeia a América aprendêssemos a apreciar mais a “diversidade”, reinaria um arco-íris da cor de confeitos Skittles de paz e harmonia. E sim, eu sei, “Skittles” agora é uma palavra mágica depois que Donald Trump Jr. usou as guloseimas em um meme sobre a segurança interna completamente inócuo, no Twitter, para ilustrar a incapacidade da América de separar refujihadis de mente assassina dos refugiados legítimos fugindo da perseguição. Ao que eu digo: Chupem essa, espertinhos. Os terroristas estão ensinando seus filhos a cortar gargantas e vocês estão choramingando sobre analogias com doces? Falem sobre seus traseiros. Para não ficar atrás, nos Jogos Olímpicos dos santos internacionais, o presidente Obama usou o palco central da Assembléia Geral da ONU para nos mobilizar contra o auto-preservacionismo em favor da “integração global”. Em vez de uma saraivada frontal contra a Al Qaeda, o Estado islâmico e todos os outros espalhadores homicidas de “Allahu Akbar”, Obama apontou suas mais afiadas farpas contra apoiadores americanos de Donald Trump e eleitores do Reino Unido que votaram pela sua retirada da União Europeia . “Uma nação cercada por paredes só iria aprisioanar-se a si própria”, declarou Obama. (Não dê atenção à cerca novíssima na Casa Branca agora com cerca de 4 metros de altura para proteger Obama da indesejada “integração” externa.)

A produção da ONU no Teatro de Caridade, nesta semana é apenas a mais recente tentativa dos engenheiros sociais mais irresponsáveis do mundo para compensar suas próprias falhas crônicas abjetas. O Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Zeid Raad Al Hussein, vomitou contra “fanáticos racistas, que procuram ganhar ou manter o poder, através do preconceito e do engano, em detrimento dos mais vulneráveis.” Sobre o que ele não falar: das décadas de corrupção, fraude e abusos perpetrado pela própria ONU e da sua vasta burocracia de refugiados. Na Malásia, funcionários refugiados da ONU foram implicados em esquemas de mercado negro por vender cartões do Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados e documentos de identidade falsos a fim de se reassentarem nos Estados Unidos, Austrália e Canadá.

No Líbano, o jornal de língua árabe Al Monitor informou este ano que “as organizações de ajuda tornaram-se fontes de corrupção, enquanto as “máfias humanitárias” acumulam enormes somas através de financiamento da ONU. No ano passado, organismos de vigilância fiscal alertaram sobre gestão sistêmica do orçamento de um bilhão de dólares da agência de refugiados da ONU ao longo dos últimos dois anos. Uma auditoria interna considerou todas as medidas de controles financeiros dos fundos de ajuda de refugiados “insatisfatórios”. O relatório veio apenas dois anos depois que outra avaliação interna levantou bandeiras vermelhas sobre “a falta de controle gerencial adequado” por funcionários da ONU fazendo contratos com terceiros supostamente para ajudar refugiados. Tudo o que veio na esteira da mais recente epidemia de estupro da ONU no início desta primavera envolvendo forças de paz na República Centro Africana que abusaram sexualmente de civis, incluindo mais de 100 meninas em uma prefeitura. Esse surto vem na sequência de anos de exploração brutal, da parte de membros da equipe da ONU em Nairobi, que pressionavam refugiados africanos em busca de reassentamento na América do Norte, Europa e Austrália, enquanto a ONU ignorava. E esse escândalo correu paralelo ao do grupo de predadores sexual generalizados das forças de paz da ONU envolvendo refugiados que se estendiam desde o Congo até Bósnia e Europa Oriental. A ONU minimizou o tratamento bárbaro dos refugiados aos seus cuidados como o resultado da ação de alguns malandros. Mas salas de estupro e produções de vídeo pedófilos da Internet foram feitos por funcionários importantes da ONU e outros funcionários civis, um número incontável dos quais geraram bebês com moças e adolescentes detidas como prostitutas e escravas sexuais. Nada mudou. Antes de forçar a barra sobre nós, como se fossem policiais do mundo, mais uma vez para denegrir nossos esforços para proteger a nossa pátria, eles devem é nos poupar da santidade falsa dos refugiados e limpar-se de seus próprios erros.

EUA: mídia blinda Obama e Hillary do fracasso na Líbia

28 set
ESCRITO POR ROGER ARONOFF | 26 SETEMBRO 2016 

MEDIA WATCH – OUTROS

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Com um novo relatório do Parlamento britânico condenando a decisão do seu próprio país de ajudar a intervir na Líbia, a grande mídia começou a reescrever a história. O revisionismo da mídia visa reparar o legado danificado da política externa de Obama culpando outros países, especialmente França e Inglaterra, pela decisão de intervir na Líbia. Um artigo da CNN escrito com tal propósito traz a manchete, “a intervenção na Líbia pela Grã-Bretanha levou a um crescimento do ISIS, constata investigação.” Angela Dewan escreve, “a intervenção militar da Grã-Bretanha na Líbia foi baseada em” inteligência imprecisa”e “suposições erradas”, conforme constatou reportagem divulgada quarta-feira, acusando o ex-primeiro-ministro David Cameron por não desenvolver uma estratégia inteligente para a Líbia. “No entanto, ela acrescenta,”os Estados Unidos se envolveram e desempenharam um papel fundamental. ” O papel da América neste desastre não é apenas de um adendo à interferência pela Grã-Bretanha e França. Como o The New York Times informou  em fevereiro, a “convicção de Hillary Clinton seria fundamental para persuadir Obama a juntar-se aos aliados nos bombardeios das forças do coronel [Muammar] Kadafi.” O artigo do Times cita o ex-secretário de Defesa, Robert Gates, que atribuiu a influência de Hillary em convencer Obama a favorecer uma intervenção ali. Apesar da presença de outras nações da coalizão, Clinton recebeu o crédito pelos primeiros desenvolvimentos na Líbia. Ela anunciou na televisão, “Nós viemos, nós vimos, ele morreu.” Seu ajudante, Jake Sullivan, escreveu em um e-mail do Departamento de Estado que Clinton tinha “liderança/propriedade/administração da política deste país para a Líbia, do princípio ao fim.” Uma das decisões que Sullivan observa que Clinton tomou foi assegurar que os russos se absteriam, e que outros países apoiariam a resolução de 1973 da ONU – a resolução que autorizava uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia. Mas a mídia está trabalhando para garantir que o desastre líbio não afete a campanha presidencial de Hillary Clinton. Artigos sobre o relatório do Parlamento britânico pela Bloomberg, The Wall Street Journal e Newsweek deixam até de mencionar Obama ou Clinton. “A Comissão de Relações Exteriores conclui que o governo britânico não conseguiu identificar se a ameaça aos civis era exagerada e se os rebeldes representavam uma ameaça islâmica significativa”, escreve Ben Norton para o site esquerdista Salon. “O resumo do relatório também observa que a guerra não foi baseada em inteligência precisa”, continua Norton. Ironicamente, é o Salon, que, pelo menos em parte, descreve o papel de Obama e Clinton em criar o caos que envolve a Líbia hoje. “Saif Kadafi discretamente abriu comunicações com os Chefes de Estado Maior Conjuntos, mas a então secretária de Estado, Hillary Clinton, interveio e pediu ao Pentágono para parar de falar com o governo líbio”, escreve Norton. “A secretária Clinton não quer negociar de forma alguma”,  disse um oficial da inteligência dos EUA a Saif “, continua ele. Ficou claro agora – e deveria ter ficado claro na época – que  Kadafi não tinha intenção alguma de massacrar civis em Benghazi. Como temos salientado em nossos relatórios de 2014 e 2016 da Citizens’ Commission on Benghazi (Comissão dos Cidadãos sobre Benghazi) [CCB], o contra-almirante Chuck Kubic (reformado) estava trabalhando com militares de Kadafi para intermediar uma trégua. Kadafi já havia, observa Kubic, começado a retirar suas tropas de Benghazi e Misrata. Os Estados Unidos decidiram não prosseguir com as conversações para uma trégua. O Pentágono desde então confirmou (ver a parte superior da página 680 do relatório)  que a proposta por uma trégua ocorreu. O presidente Obama disse à Fox News que o seu “pior erro” foi “provavelmente a falta de plano para o dia seguinte”. Kadafi foi derrubado na Líbia. “O que deu errado?” De acordo com este artigo no The Atlantic “, Obama colocou a responsabilidade sobre o tribalismo enraizado na sociedade líbia, bem como no fracasso de aliados dos americanos na OTAN de assumirem sua responsabilidade.” Mas não era necessário se envolver na Líbia, em primeiro lugar, uma vez que Kadafi tinha-se tornado um aliado na guerra contra o terror e tinha desistido de suas armas de destruição em massa. A intervenção demonstra como a administração Obama mudou de lado na guerra contra o terror. No entanto, a grande mídia procura exonerar o presidente Obama de suas ações na Líbia. Ao informar sobre os detalhes de um relatório estrangeiro descrevendo os erros cometidos pela liderança do governo britânico, a mídia pode convenientemente inventar a história sobre a inépcia britânica.

Mas e os erros do nosso próprio governo?

Hillary Clinton e Barack Obama não podem fugir de sua participação neste desastre e de assumir a uma parte significativa da responsabilidade pela intervenção fracassada na Líbia, mesmo que a mídia se recuse a atribuir a culpa onde ela realmente exista. Como ex-secretário de Defesa, Leon Panetta escreveu em seu livro, Worthy Fights (Lutas Dignas), “no Afeganistão eu coloquei erroneamente nossa posição sobre o quão rápido nós estaríamos trazendo as tropas para casa, e eu disse o que todos em Washington sabiam, mas não podíamos oficialmente reconhecer: que o nosso objetivo na Líbia era a mudança de regime.” Claramente, a mudança de regime era o objetivo do governo dos Estados Unidos desde muito cedo. E este fracasso levou ao crescimento do ISIS. Como destacamos em nosso relatório CCB 2016, a administração Obama facilitou o fornecimento de armas aos rebeldes ligados à al-Qaeda. Obama também autorizou apoio secreto aos rebeldes sírios. “O Grupo de Apoio Sírio, com as conexões de Obama / Chicago, tornou-se o conduto dos EUA para a ajuda a várias milícias rebeldes sírias. A Turquia se tornou o centro de distribuição “, afirma o relatório CCB. “… Agora parece que, pelo menos, alguns dos destinatários, em vez disso, eram unidades jihadistas que acabariam por se aglutinar no Estado Islâmico no Iraque e no al-Sham (depois ISIS, simplesmente Estado islâmico ou EI).” Em outras palavras, a decisão do presidente Obama de mudar de lado na guerra contra o terror conduziu diretamente ao armamento de radicais islâmicos na Líbia e na Síria. Isso está longe de ser um erro em não fazer planos para o dia seguinte – mas é uma série de erros por uma administração, e presidente, ignorando deliberadamente as simpatias jihadistas daqueles que o governo está armando. Os ataques terroristas de Benghazi em 2012 começaram com a aventura ilegítima da administração Obama e de seus aliados da OTAN, que foram empurrados para o objetivo da mudança de regime na Líbia. Depois veio o fracasso em garantir o nosso Composto da Missão Especial e Anexo da CIA em Benghazi, o descumprimento do dever por não virem em auxílio de nosso pessoal quando eles estavam sob o ataque terrorista de 11 e 12 de setembro de 2012, e o consequente acobertamento . Apesar das tentativas da mídia de proteger o presidente Obama da culpa, ele e sua ex-secretária de Estado Hillary Clinton tiveram muito a ver com o caos recente e atual na Líbia.

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